Carro abre-alas representa a participação de europeus na formação do povo brasileiro
Fundação:28/04/1928
Cores oficiais:Verde e Rosa
Títulos do Grupo Especial: 18
Presidente: Eli Gonçalves da Silva (Chininha)
Carnavalesco: Roberto Szaniecki
Componentes: 4500
Alas: 32
Alegorias: 8
Histórico: A Mangueira é a escola de samba mais velha do Carnaval carioca, fundada em abril de 1928, e a segunda que mais conquistou títulos (18), atrás apenas da Portela (21). Entre os ilustres fundadores do Bloco Estação Primeira, como a Mangueira era chamada antes de se tornar escola, estava o sambista Cartola, que foi também o primeiro mestre de harmonia da agremiação. O nome Estação Primeira foi assim colocado devido a Mangueira ser a primeira estação de trem que partia da Central do Brasil. As cores verde e rosa foram colocadas em homenagem ao rancho Os Arrepiados, que ficava nas Laranjeiras. Já como escola de samba em 1932, a Mangueira conquistou o seu primeiro título do Carnaval do Rio de Janeiro. Aliás, foi um tricampeonato seguido; pois venceu também os carnavais de 1933 e 1934. Se a Portela era a grande adversária da Mangueira nas décadas passadas, o posto foi assumido de alguns anos para cá pela Beija-Flor. Desde a década de 70, época em que a Beija-Flor conquistou seu primeiro título, as duas escolas brigam pela preferência dos fãs do samba. A Mangueira não conquista o campeonato carioca há sete anos, e tem de aguentar os sarros dos ‘adversários’ da Beija-Flor, que, dos últimos seis campeonatos disputados, levou cinco troféus para Nilópolis.
Site oficial: Mangueira
Samba-enredo:
A Mangueira traz os brasis do Brasil, mostrando a formação do povo brasileiro
(Lequinho/ Jr. Fionda/ Gilson Bernini/ Gusttavo Clarão)
Intérprete: Luizito
Passe o mouse sobre o trecho sublinhado para ler a explicação
Deus me fez assim filho desse chão
Sou povo, sou raça... Miscigenação
Mangueira viaja nos Brasis dessa nação
O branco aqui chegou
No paraíso se encantou
Ao ver tanta beleza no lugar
Quanta riqueza pra explorar
Índio valente guerreiro
Não se deixou escravizar, lutou...
E um laço de união surgiu
O negro mesmo entregue à própria sorte
Trabalhou com braço forte
Na construção do meu Brasil
É sangue, é suor, religião
Mistura de raças num só coração
Um elo de amor à minha bandeira
Canta a estação primeira
Cada lágrima que já rolou
Fertilizou a esperança
Da nossa gente, valeu a pena
De norte a sul desse país
Tantos Brasis, sagrado celeiro
Crioulo, caboclo, retrato mestiço,
De fato, sou brasileiro!
Sertanejo, caipira, matuto... Sonhador
Abraço o meu irmão
Pra reviver a nossa história
Deixar guardado na memória, o seu valor
Sou a cara do povo... Mangueira
Eterna paixão
A voz do samba é verde e rosa
E nem cabe explicação