Jardins
Ideias de decoração e paisagismo para curtir o verde em casa
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editoria:"televisao"
galeria: Jardins
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Fotos
Estreante na mostra, o arquiteto e paisagista João Paulo Veiga Florentino assina o espaço Praça, de 240 m². A 17ª Casa Cor Goiás, que abre as edições nacionais da franquia neste ano, segue até dia 25 de junho de 2013, no Setor Marista, em Goiânia
Edgar César/Divulgação
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No projeto Praça, do arquiteto e paisagista João Paulo Veiga Florentino, a parede da cascata foi construída com aço de armação descartado e preenchida com casca de coco. A 17ª Casa Cor Goiás, que abre as edições nacionais da franquia neste ano, segue até dia 25 de junho de 2013, no Setor Marista, em Goiânia
Edgar César/Divulgação
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2.mai.2013 - Um mosaico de flores representando os marcos da arquitetura de Londres, o Big Ben e a Tower Bridge, foi produzido em Keukenhof, o maior jardim de flores do mundo, localizado perto de Lisse, na Holanda
Koen Van Weel/AFP
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28.fev.2013 - Uma associação escandinava premia, desde 2.000, os melhores projetos de telhados verdes construídos nos países da região - esta casa sueca em Värmdö levou o prêmio no ano passado. Plantar flores, grama e até pequenas árvores nos tetos das construções é uma tradição mantida há séculos na Noruega e na Dinamarca, pois as plantas atuam como um isolante térmico, mantendo a casa fresca no verão e quente no inverno
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.2013 - O terreno irregular na Dinamarca criou uma casa com diferentes níveis. Para integrar a construção ao entorno verde, os arquitetos cobriram as três camadas de telhados com grama - e, de quebra, ganharam o prêmio da Scandinavian Green Roof Association, em 2009
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.2013 - Telhados cobertos por grama e musgo eram muito usados nas áreas rurais até o século 19, segundo a associação escandinava
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.2013 - De acordo com o órgão, o gramado foi substituído gradualmente por telhas e outros materiais resistentes, restando poucos telhados verdes no século 19 - as casas rústicas do interior mantiveram as coberturas ecológicas, impedindo a extinção desse tipo de construção
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.2013 - No século 20, arquitetos e organizações ambientais da Noruega, da Suécia e da Dinamarca voltaram a erguer jardins nos tetos de locais públicos, como museus ao ar livre e espaços de descanso
Scandinavian Green Roof Association
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Aos poucos, os moradores começaram a levar a ideia, resgatando a tradição da Idade Média
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.2013 - Os telhados ecológicos são considerados isolantes térmicos, ou seja, deixam o interior mais fresco nos dias de verão e mantêm o calor no inverno. Além disso, as plantas ajudam a purificar, ainda mais, o ar do ambiente
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.2013 - O proprietário desta casa na Noruega levou a tradição e plantou algumas árvores no telhado
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.2013 - De cima, é possível ver como os telhados verdes ajudam a integrar as construções à vegetação do entorno
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.2013 - Os telhados ecológicos são considerados isolantes térmicos e, ainda, ajudam a purificar o ar do ambiente
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.2013 - A vantagem de manter um telhado verde é que a vegetação torna-se um isolante térmico e, ainda, ajuda a limpar o ar da região
Scandinavian Green Roof Association
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28.fev.213 - Os melhores projetos de tetos verdes da Dinamarca, da Noruega e da Suécia são premiados por uma associação, uma maneira de manter a tradição da Idade Média
Scandinavian Green Roof Association
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Os telhados ecológicos são considerados isolantes térmicos, ou seja, deixam o interior mais fresco nos dias de verão e mantêm o calor no inverno. Além disso, as plantas ajudam a purificar, ainda mais, o ar do ambiente
Scandinavian Green Roof Association
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Neste projeto, do arquiteto e paisagista Alex Hanazaki, o espelho d'água compõe o jardim vertical
Divulgação
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Durante a noite, a iluminação proporciona novas cores e texturas ao espelho d'água de Alex Hanazaki
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Com fundo revestido de sexos rolados, o espelho d'água sob a escada colabora na divisão dos ambientes de estar da residência projetada pelo arquiteto Flavio Castro. Holofotes aquáticos conferem iluminação ao local
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Proposta do arquiteto Aquiles Nícolas Kílaris, o espelho d'água com fonte de três jatos repete o movimento da laje do piso superior, completando a sequencia de curvas intercaladas
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No acesso à casa projetada pelo arquiteto mineiro Gustavo Penna, o deck cruza o espelho d'água como uma ponte
Jomar Bragança/Divulgação
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O espelho d'água revestido com pastilhas azuis confere certa nobreza ao projeto assinado pelo arquiteto Lowndes Aron
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Com um espaço em desnível à disposição, o arquiteto Marcos Contrera criou um espelho d'água em forma de cascata, com degraus revestidos de pastilhas em tom de turquesa e soleiras de granito cinza
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O paisagista Eduardo Luppi projetou este espelho d'água para uma casa de campo. No centro do elemento foi colocado um espaço de estar para contemplar a vista; para alcançá-lo Luppi dispôs um lance de degraus de tábua de madeira que parece flutuar na água
Paula Fratin/Divulgaçaõ
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O paisagista Eduardo Luppi projetou este espelho d'água para uma casa de campo. No centro do elemento foi colocado um espaço de estar para contemplar a vista (no fundo da foto); destaque para o vaso tombado de onde jorra água
Paula Fratin/Divulgação
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A gruta ao fundo, as pedras rústicas e a variedade de vegetação fazem o espelho d'água criado por Eduardo Luppi parecer natural, noção reforçada pela presença das carpas
Paula Fratin/Divulgação
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Luminária submersa e plantas aquáticas compõem este projeto de Eduardo Luppi
Paula Fratin/Divulgação
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Construído com alvenaria e cercado de densa vegetação, o espelho d'água criado por Erly Hooper tem como ponto de atenção o monte de rochas brancas cuidadosamente dispostas
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Diante do espelho d'água revestido de pedras há um ambiente de estar envolto em um estrutura em forma de fita de veneziana, pintada de um amarelo vivo que se destaca do verde do jardim. A proposta leva assinatura de Alex Hanazaki
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Alex Hanazaki usou rochas rústicas de aspecto exótico para compor o visual do espelho d'água que contorna do a extensão do deck na área externa de uma residência
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Lareiras a gás fazem o contraponto à água no projeto de espelho d'água criado por Alex Hanazaki
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Linhas retas e sobriedade nos elementos decorativos expoem a modernidade do espelho d'água criado por Flávia Soares. A maior ousadia é o revestimento de Vidrotil em tom forte de azul
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No projeto que busca reproduzir o capricho da natureza, Eduardo Luppi usou um vaso tombado para servir como bica. No centro do espelho d'água, um vaso com papiro, planta que cresce em terrenos úmidos e pantanosos
Paula Fratin/Divulgação
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O espelho d'água suaviza a paisagem deste amplo jardim com gramado e caminho pergolado. Os jatos de água proporcionam movimento ao conjunto criado pelo paisagista Erly Hooper
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No projeto de Affonso Risi para uma residência, o espelho d'água foi instalado no espaço sob a escadaria de concreto, construída em balanço (ou seja, sem apoios). Além de ocupar uma área ociosa, o espelho d'água colabora na articulação dos trajetos pelo pátio
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JARDIM DOS SENTIDOS_REGINA VERARDI MAZZALI_MORAR MAIS CAMPO GRANDE 2012
Marcos Vollkopf/ Divulgação
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JARDIM ACONCHEGO_FLÁVIO MENDONÇA_PATRICIA GUIMARÃES_MORAR MAIS CAMPO GRANDE 2012
Marcos Vollkopf/ Divulgação
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Em função das árvores existentes no jardim projetado pelo paisagista Marcelo Novaes, a piscina se localiza em um nível intermediário, entre a residência e o espaço gourmet. O ambiente serve para o relaxamento em um sombreado agradável cercado por maciços florais
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Wolfgang Schlögel criou um "Oásis na Avenida Brasil". A 4ª Mostra Artefacto Beach & Country abriu no último dia 11 de novembro de 2012 e fica em cartaz por um ano, na Avenida Brasil, 1823, em São Paulo. A entrada é gratuita. Mais informações pelo site da Artefacto Beach & Country (www.artefactobc.com.br)
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O paisagista Roberto Riscala ambienta a Praça. A 4ª Mostra Artefacto Beach & Country abriu no último dia 11 de novembro de 2012 e fica em cartaz por um ano, na Avenida Brasil, 1823, em São Paulo. A entrada é gratuita. Mais informações pelo site da Artefacto Beach & Country (www.artefactobc.com.br)
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O arquiteto Luciano Purchio criou o Terraço Externo. A 4ª Mostra Artefacto Beach & Country abriu no último dia 11 de novembro de 2012 e fica em cartaz por um ano, na Avenida Brasil, 1823, em São Paulo. A entrada é gratuita. Mais informações pelo site da Artefacto Beach & Country (www.artefactobc.com.br)
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A Oca Contemporânea é uma criação de Fabio Galeazzo. A 4ª Mostra Artefacto Beach & Country abriu no último dia 11 de novembro de 2012 e fica em cartaz por um ano, na Avenida Brasil, 1823, em São Paulo. A entrada é gratuita. Mais informações pelo site da Artefacto Beach & Country (www.artefactobc.com.br)
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A loja de presentes paulistana teve seu paisagismo concebido pelo arquiteto Marcelo Novaes. A área verde ganhou um charmoso lago, ricamente concebido com exóticas espécies tropicais entre as quais, bromélias e orquídeas. Sobre a água, a ponte de madeira certificada serve para integrar os ambientes
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Os canteiros se alternam entre os floríferos como os de beijos-pintados (Impatiens hawkeri hybriid) e os de mini-ixoras (Ixora coccinea "Compacta") e as folhagens como o clorofito (Chlorophytum comosum "Variegatum"), nos jardins da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em Campinas, interior de São Paulo. O paisagismo é assinado por Marcelo Novaes
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A proposta do paisagista Marcelo Novaes foi criar um espaço com estilo contemporâneo. Na ampla área externa, o local de contemplação ganhou um banco de madeira da designer Monica Cintra, instalado sob a sombra de uma jabuticabeira (Myrciaria cauliflora). O posicionamento do banco induz às memórias afetivas das pessoas que ali se sentam e meditam ao som dos pássaros
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O colorido das flores dá um toque contemporâneo a este espaço do jardim, além de servir como forração às tropicais palmeiras ambientadas pelo paisagista Marcelo Novaes
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Um grande espelho d'água com linhas retilíneas valoriza a entrada do local de exposição e envolve a escultura estrategicamente instalada, fundida em bronze e de autoria da artista plástica Eliana Kertész. O paisagismo do salão de festas é assinado pelo arquiteto e paisagista Marcelo Novaes
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Gardem landscapes - Marcelo Novaes
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O trabalho de contraste, criado pelo paisagista Marcelo Noaves, aparece em todo o projeto: como na piscina com linhas retas e curvas e diferentes profundidades, destacadas pelo uso das tonalidades do revestimento. Em redor, árvores e palmeiras altas têm as bases de seus troncos rodeadas por maciços de vegetação rasteira, combinadas às pedras do calçamento
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Gardem landscapes - Marcelo Novaes
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As palmeiras-triangulares (Dypsis decary) acompanham todo o caminho da entrada desta residência, percorrem o espelho d?água - ladeando-o - e chegam até a área da piscina. O paisagista Marcelo Novaes ainda utilizou plantas exoticas, como um maciço de ananás-ornamental (Ananas bracteatus var. striatus) para trazer cor e rusticidade ao espaço ajardinado
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O maior desafio deste jardim, para o paisagista Marcelo Novaes, foi criar ambientes acolhedores em um terreno muito íngreme. A integração do projeto esta em todos os detalhes, obedecendo uma linguagem orgânica para dar naturalidade ao paisagismo. Palmeiras Mismarck (Mismarckia nobilis) e cicas (Cycas revoluta) estão entre os vegetais que compõem os espaços externos
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A diversidade da flora tropical - com suas formas, cores e texturas - associada às fontes, espelhos d' água e esculturas traz identidade ao jardim da Chácara Cedro, em Uberaba, com paisagismo de Marcelo Novaes
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7.nov.2012 - A antiga casa de Rui Barbosa abriga, hoje, um museu e a sede da Fundação Casa de Rui Barbosa
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - Esculpida em mármore branco, o busto de Rui Barbosa fica na entrada da casa - ele posou para o artista português Rodolfo Pinto do Couto em 1918
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - O par de leões, em ferro fundido, estão nas escadas dos salões da casa de Rui Barbosa. Na época, esse animal era o preferido para decorar as entradas dos palacetes, pois evocava nobreza e distinção ao dono
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - No fundo do jardim, havia um picadeiro e uma estufa de vidro e metal, onde eram cultivadas uma variedade de avencas, palmeirinhas e orquídeas. Em 1937, foi construída uma casa para o zelador do museu, mas hoje ela é ocupada por serviços da fundação
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - No fundo do quintal, os visitantes do museu encontram exemplares de diversas árvores frutíferas, como abacateiro, abiu, cajá-manga, carambola, coco, condessa, goiabeira, sapotizeiro, fruta-pão, araçá-amarelo, jambo, seringueira, nêspera, tamareira, pitangueira, mangueiras e parreira
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - Um jardim reservado se estende aos fundos da casa, atravessado pelo caminho que leva à pérgula. Ali, destacam-se o quiosque perto do lago e dois nichos com árvores especiais: a lichia e o pau-brasil
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - Entre as árvores plantadas por Rui Barbosa estão a lichia, que fica no jardim privado, um pé de fruta-pão e a velha pitangueira, ambos na área verde mais ao fundo
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - Segundo a fundação, o terreno da casa quase não tinha árvores quando Rui Barbosa comprou o imóvel. Foi ele quem transformou os 9.000 metros quadrados em área verde, hoje preservados pelo patrimônio cultural
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - O jardim lateral tem dois pés de chuva-de-ouro (Cassia fistula) e um abricó-de-macaco (foto acima), mas nem sempre foi assim. Antes, nas margens do lago da casa, havia um pé de baunilha, um de sol-do-Peru, um flamboyant e algumas alcácias. Com a urbanização do Rio, uma rua foi prolongada e acabou destruindo essa faixa arborizada do terreno. A área só foi refeita na reforma de 1930, mas sem ter o aspecto original recuperado, segundo a Fundação Casa de Rui Barbosa
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - As flores de dois pés de camélias e de um pé de jasmim-manga (foto) caem no lago, que corta o gramado no pequeno jardim romântico em frente à casa
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - Rui Barbosa gostava de cultivar rosas e chegou a ter mais de trezentas espécies em seu jardim. Muitas delas eram plantadas na área da pérgula para vê-las crescer entremeadas à videira, segundo a Fundação Casa de Rui Barbosa
Divulgação/Fundação Casa de Rui Barbosa
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7.nov.2012 - No jardim social, encontram-se até hoje flores tradicionais dos jardins brasileiros, como camélias, jasmins, magnólias e azaléas
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - Coberta por trepadeiras, as pérgulas davam sombra aos moradores e eram frequentes nos quintais das casas cariocas no século 19
Tânia Rêgo/ABr
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7.nov.2012 - A Fundação Casa de Rui Barbosa vai revitalizar o jardim histórico de 9.000 metros quadrados do museu, que fica em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro - até 1923, o local era a residência do baiano Rui Barbosa. As parreiras se enroscam na estrutura metálica da pérgula - o eixo central tem 40 metros de comprimento -, área que fica na parte posterior da casa
Tânia Rêgo/ABr
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Jardim das Mangueiras criado por Maura Jardins e Marielza Capeloni. A Casa Cor Pará, edição 2012, segue em cartaz até dia 25 de novembro. A mostra tem lugar na Av. Conselheiro Furtado, 100, em Belém
Dilermando Cabral Jr./ Divulgação
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No primeiro pavimento, o espaço ajardinado deu lugar para um ambiente dedicado ao banho de sol, com pergolado e um pequeno jardim. A Casa no Alto de Pinheiros tem projeto da decoradora Marília Veiga
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A pérgula com vazados cúbicos sombreia parte do pátio de lazer com piscina e adentra o volume social e frontal, estendendo-se - como laje - até o limite da varanda, na fachada principal. A casa NB tem arquitetura assinada por Alexandre Brasil e Paula Zasnicoff, do escritório Arquitetos Associados
Leonardo Finotti/ UOL
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Nos fundos da casa NB, as janelas dos quartos da família estão voltadas para um jardim com espelho d'água. A residência em Nova Lima (MG) tem projeto de Alexandre Brasil e Paula Zasnicoff, do escritório Arquitetos Associados
Leonardo Finotti/ UOL
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No detalhe, os dois vasos emoldurados usados pela arquiteta urbanista e paisagista Patrícia Nishi em seu jardim. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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A arquiteta urbanista e paisagista Patrícia Nishi apostou em um jardim como espaço social e acolhedor. Atrás das poltronas da Empório do Junco, um aparador com dois vasos emoldurados, como obras de arte. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No detalhe, o jardim vertical da Neo Rex e a cortina d'água, Kallina Cascatas, dão um toque relaxante ao ambiente projetado pela arquiteta urbanista e paisagista Patrícia Nishi. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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A arquiteta urbanista e paisagista Patrícia Nishi apostou em um jardim como espaço social e acolhedor. Ao centro, o ambiente dispõe de uma lareira ecológica da Ecofireplaces, cercada por quatro poltronas da Empório do Junco. Ao fundo, o jardim vertical da Neo Rex e a cortina d'água, da Kallina Cascatas, dão um toque relaxante ao local. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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A arquiteta urbanista e paisagista Patrícia Nishi apostou em um jardim como espaço social e acolhedor. Ao centro, o ambiente dispõe de uma lareira ecológica da Ecofireplaces, cercada por quatro poltronas da Empório do Junco. Ao fundo, o jardim vertical da Neo Rex e a cortina d'água, da Kallina Cascatas, dão um toque relaxante ao local. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No detalhe, as azaléias japônicas que ajudam a compor o jardim projetado pela arquiteta e paisagista Patrícia Pereira de Santana. O local ainda é repleto por outras espécies como cicas, palmeiras fênix, samambaias americanas e guaimbês. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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O chuveirão de alumínio da Inter-Dim, com base de madeira sintética, foi incorporado pela arquiteta e paisagista Patrícia Pereira de Santana ao seu jardim. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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O chuveirão de alumínio da Inter-Dim, com base de madeira sintética, foi incorporado pela arquiteta e paisagista Patrícia Pereira de Santana ao seu jardim. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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Detalhe da poltrona da Inter-Dim, empregada no paisagismo criado por Patrícia Pereira de Santana. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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A arquiteta e paisagista Patrícia Pereira de Santana assina o jardim repleto de cicas, azaléias japônicas, palmeiras fênix, samambaias americanas e guaimbês. Ao lado da poltrona para descanso da Inter-Dim, a arquiteta inova ao colocar, entre as plantas, um chuveirão de alumínio, com base de madeira sintética, também da Inter-Dim. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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Detalhe do pedestal de iluminação no ambiente assinado pela arquiteta e paisagista Mônica Rio Verde. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No detalhe, a estrutura vazada de bambu utilizada pela arquiteta e paisagista Mônica Rio Verde. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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Detalhe da fonte na entrada do ambiente assinado pela arquiteta e paisagista Mônica Rio Verde. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No detalhe, logo na entrada do ambiente assinado pela arquiteta e paisagista Mônica Rio Verde, duas lamparinas a vela dão um toque artesanal ao local. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No detalhe, logo na entrada do ambiente assinado pela arquiteta e paisagista Mônica Rio Verde, duas lamparinas a vela dão um toque artesanal ao local. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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O ambiente assinado pela arquiteta e paisagista Mônica Rio Verde é composto pela estrutura de bambu, e iluminação intimista. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No detalhe, os arbustos ornamentais bem trabalhados no jardim "Canto das Águas", da Oficina das Pedras em parceria com Carlos "So Ju" Cyrillo. O projeto paisagístico é de Eduardo Delphino. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No detalhe, a pequena árvore ornamental no jardim "Canto das Águas", da Oficina das Pedras em parceria com Carlos "So Ju" Cyrillo. A queda d'agua com o lago de carpas fazem parte do projeto assinado pelo paisagista Eduardo Delphino. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No jardim "Canto das Águas", da Oficina das Pedras em parceria com Carlos "So Ju" Cyrillo, a composição da queda d'agua com o lago de carpas é rodeada por arbustos e pequenas árvores ornamentais. O paisagista Eduardo Delphino assina o projeto. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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O futon vermelho e o jardim vertical compõem o ambiente assinado pela arquiteta e paisagista Talita Gutierrez, da empresa Verde Vertical. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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A arquiteta paisagista Talita Gutierrez, da empresa Verde Vertical, projetou, em um espaço compacto, um jardim como um verdadeiro local de relaxamento. No ambiente zen, as plantas foram distribuídas nas faces interna e externa da parede junto ao futon. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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A arquiteta paisagista Talita Gutierrez, da empresa Verde Vertical, projetou - em um espaço compacto - o paisagismo para um ambiente de relaxamento. O jardim vertical e a estrutura ornamental pendurada sobre o futon vermelho compõem o ambiente zen. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No detalhe, a estrutura ornamental pendurada e ao fundo, o jardim vertical que compõem o ambiente da arquiteta e paisagista Talita Gutierrez, da empresa Verde Vertical. Em um espaço compacto, o jardim é um verdadeiro local de relaxamento. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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A arquiteta paisagista Talita Gutierrez, da empresa Verde Vertical, projetou - em um espaço compacto - o paisagismo para um ambiente de relaxamento. O jardim vertical e a estrutura ornamental pendurada sobre o futon vermelho compõem o ambiente zen. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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Ao fundo do "Ateliê de Artista", a paisagista e artista plástica Margareth Linhares pintou um painel de 1,90 m por 2,20 m que remete a fauna e flora brasileira. O jardim é todo cercado por alecrim, manjericão e lavanda - um espaço cheio de aromas. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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A paisagista e artista plástica Margareth Linhares climatiza o "Ateliê de Artista" de 65 m² com uma lareira construída exclusivamente para áreas externas. Moderno, o design da lareira e do guarda lenha é feito de aço. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No centro do "Ateliê de Artista", projetado pela paisagista e artista plástica Margareth Linhares, uma jabuticabeira de seis metros é cercada por pimenteiras. Ao fundo, um painel pintado à mão por Linhares. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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No "Ateliê de Artista", da paisagista e artista plástica Margareth Linhares, pratos de cerâmica foram pendurados na estrutura da pérgola. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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Em uma das partes laterais da pérgola, vasos invertidos de orquídeas compõem o "Ateliê de Artista", da paisagista e artista plástica Margareth Linhares. Com 65 m², o local é todo cercado por alecrim, manjericão e lavanda - um espaço cheio de aromas. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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Com 65 m², o "Ateliê de Artista", da paisagista e artista plástica Margareth Linhares, é todo cercado por alecrim, manjericão e lavanda - um espaço cheio de aromas. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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Na entrada, as orquídeas de espécies variadas compõem o "Ateliê de Artista", da paisagista e artista plástica Margareth Linhares.Com 65 m, o local é todo cercado por alecrim, manjericão e lavanda - um espaço cheio de aromas. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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Com 65 m², o "Ateliê de Artista", da paisagista e artista plástica Margareth Linhares, é todo cercado por alecrim, manjericão e lavanda - um espaço cheio de aromas. Na entrada, a mesa e bancos de madeira, orquídeas variadas e uma televisão compõem o local que pode servir para receber os amigos. A mostra de paisagismo é um dos destaques da 15ª edição da Fiaflora Expogarden, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Fernando Donasci/ UOL
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Anna Luiza Rothier assina o paisagismo dos Pátios Internos, que ganharam espécies de grande porte como palmeiras e bambusas de caule negro, além de delicadas orquídeas amarelas. A Casa Cor RJ vai de 03 de outubro a 19 de novembro de 2012, no Rio de Janeiro
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A antiga porta de correr de madeira, da edícula da Casa Cayowaa, deu espaço a uma nova, em vidro temperado sobre trilhos embutidos (Projeto Envidraçamentos), o que permitiu não só aumentar o vão de acesso, como a entrada de luz natural. O volume de fundos, que era térreo, também recebeu um pavimento superior, para abrigar a suíte do filho do casal. Na porção ao rés do chão, à esquerda permaneceu o escritório e, à direita, área de serviço. O projeto de reforma é de Francisco Spadoni
Tiago Andrade/ Divulgação
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No quintal da Casa Cayowaa, entre os dois volumes construídos há um jardim. O espaço tem paisagismo de Célia Alves e piso em cimento queimado. A reforma da residência foi idealizada pelo arquiteto Francisco Spadoni
Tiago Andrade/ Divulgação
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Jardim e Terraço do Cerrado desenhado por Deborah Ventura para a Morar Mais por Menos em Belo Horizonte, Minas Gerais (16/08 a 30/09/2012): plantas regionais - extraídas e cultivadas de maneira ecologicamente correta - são alternativas sustentáveis e que mantêm a identidade local dos jardins
Gustavo Xavier/ Divulgação
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De frente para jardins exuberantes, a ampla varanda acompanha toda a fachada da porção social da Casa H, projetada pelo arquiteto Erick Figueira de Mello
Marcelo Scandaroli/Divulgação
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28.jun.2012 - O jardim de 101 hectares situado próximo ao centro financeiro de Cingapura foi inaugurado oficialmente nesta quinta-feira pelo primeiro-ministro da república asiática Lee Hsien Loong. O jardim terá duas estufas e cerca de 220 mil plantas de quase todos os continentes
Tim Chong/Reuters
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28.jun.2012 - O jardim de 101 hectares situado próximo ao centro financeiro de Cingapura foi inaugurado oficialmente nesta quinta-feira pelo primeiro-ministro da república asiática Lee Hsien Loong. O jardim terá duas estufas e cerca de 220 mil plantas de quase todos os continentes
Roslan Rahman/AFP
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28.jun.2012 - Visitantes fotografam a vista de cima das ?superárvores? do jardim gigante inaugurado oficialmente nesta quinta-feira em Cingapura, república asiática. As estruturas de gigantes de concreto que simulam árvores possuem até 50 metros de altura e funcionam como jardins verticais
Roslan Rahman/AFP
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28.jun.2012 - O jardim de 101 hectares situado próximo ao centro financeiro de Cingapura foi inaugurado oficialmente nesta quinta-feira pelo primeiro-ministro da república asiática Lee Hsien Loong. O jardim terá duas estufas e cerca de 220 mil plantas de quase todos os continentes
Tim Chong/Reuters
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28.jun.2012 - As estruturas de gigantes de concreto que simulam árvores possuem até 50 metros de altura e funcionam como jardins verticais. O jardim em Cingapura foi inaugurado oficialmente nesta quinta-feira pelo primeiro-ministro da república asiática Lee Hsien Loong
Tim Chong/Reuters
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28.jun.2012 - Bosque de "superárvores" integra o jardim horticultural erguido em Cingapura, inaugurado nesta quinta-feira. Instalado no coração república asiática, o jardim tem 101 hectares, duas estufas e cerca de 220 mil plantas, de quase todos os continentes
Tim Chong/Reuters
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28.jun.2012 ? O jardim gigante de Cingapura, inaugurado nesta quinta-feira, terá ?árvores? artificiais de até 50 metros , que servirão como jardins verticais. O jardim está localizado próximo ao centro financeiro da república asiática e tem o objetivo de reforçar a imagem de Cingapura como uma cidade tropical
Wong Maye-E/AP
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O Jardim da Saída, assinado por Sara Palomine, Meire Lemes e Felipe Marcarenhas, reflete no paisagismo as quatro estações do ano. Destaque para a automatização de toda a iluminação e parte elétrica e a utilização de fibra ótica no projeto luminotécnico
Katia Kuwabara/ UOL
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Com 3.665 m², a Praça das Jabuticabeiras, da paisagista Paula Magaldi, é um grande jardim de interior, inspirado nas pequenas cidades da Itália e França. Com estruturas em madeira maciça e revestimentos em resinas especiais, o espaço tem no centro um lounge para descanso
Katia Kuwabara/ UOL
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Com 3.665 m², a Praça das Jabuticabeiras, da paisagista Paula Magaldi, é um grande jardim de interior, inspirado nas pequenas cidades da Itália e França. Com estruturas em madeira maciça e revestimentos em resinas especiais, o espaço tem no centro um lounge para descanso
Katia Kuwabara/ UOL
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Com 3.665 m², a Praça das Jabuticabeiras, da paisagista Paula Magaldi, é um grande jardim de interior, inspirado nas pequenas cidades da Itália e França. Com estruturas em madeira maciça e revestimentos em resinas especiais, o espaço tem no centro um lounge para descanso
Katia Kuwabara/ UOL
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Katia Kuwabara/ UOL
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Os arquitetos Miriam Escobar e Robson de Freitas projetaram a Praça Casa Hotel, uma composição que alia formas orgânicas e geométricas. Os dois "tapetes" de pisos drenantes convergem para o centro da praça e da fachada do edifício da Casa Hotel. Destaque para o espelho d´água revestido com pastilhas de vidro em tons de vermelho
Katia Kuwabara/ UOL
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Katia Kuwabara/ UOL
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Katia Kuwabara/ UOL
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A Praça Casa Cor, projetada pelos irmãos Beatriz e Eduardo Fernandez Mera, e que homenageia Gisele Bündchen, propõe um espaço para desfiles a céu aberto, com diferentes lounges. Destaque para a escultura, assinada pela artista plástica Bia Doria, feita em madeira de floresta de remanejamento que representa a top internacional
Katia Kuwabara/ UOL
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A Praça Casa Cor, projetada pelos irmãos Beatriz e Eduardo Fernandez Mera, e que homenageia Gisele Bündchen, propõe um espaço para desfiles a céu aberto, com diferentes lounges. Destaque para a escultura, assinada pela artista plástica Bia Doria, feita em madeira de floresta de remanejamento que representa a top internacional
Katia Kuwabara/ UOL
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Katia Kuwabara/ UOL
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A Praça Casa Cor, projetada pelos irmãos Beatriz e Eduardo Fernandez Mera, e que homenageia Gisele Bündchen, propõe um espaço para desfiles a céu aberto, com diferentes lounges. Destaque para a escultura, assinada pela artista plástica Bia Doria, feita em madeira de floresta de remanejamento que representa a top internacional
Katia Kuwabara/ UOL
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Os arquitetos Marcos Muller e Aida Baltazar criaram o Jardim Interno com inspiração na cultura do Oriente Médio. Para harmonizar o espaço, a passarela central é repleta de elementos naturais no piso, cercada por pedras naturais e peças antigas importadas do Marrocos, Índia, Indonésia e Tailândia
Katia Kuwabara/ UOL
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Katia Kuwabara/ UOL
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Katia Kuwabara/ UOL
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O Jardim da Saída, assinado por Sara Palomine, Meire Lemes e Felipe Marcarenhas, reflete no paisagismo as quatro estações do ano. Destaque para a automatização de toda a iluminação e parte elétrica e a utilização de fibra ótica no projeto luminotécnico
Katia Kuwabara/ UOL
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Katia Kuwabara/ UOL
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Inspirado na série Campbell's Soup Cans do artista norte-americano Andy Warhol, o Jardim das Casas, projetado pelo arquiteto Ronaldo Kurita, une descontração e casualidade. Marcado por tons terrosos mesclados com cores vibrantes, o ambiente tem espreguiçadeiras na área do solarium e espaço para refeições
Katia Kuwabara/ UOL
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Inspirado na série Campbell's Soup Cans do artista norte-americano Andy Warhol, o Jardim das Casas, projetado pelo arquiteto Ronaldo Kurita, une descontração e casualidade. Marcado por tons terrosos mesclados com cores vibrantes, o ambiente tem espreguiçadeiras na área do solarium e espaço para refeições
Katia Kuwabara/ UOL
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Inspirado na série Campbell's Soup Cans do artista norte-americano Andy Warhol, o Jardim das Casas, projetado pelo arquiteto Ronaldo Kurita, une descontração e casualidade. Marcado por tons terrosos mesclados com cores vibrantes, o ambiente tem espreguiçadeiras na área do solarium e espaço para refeições
Katia Kuwabara/ UOL
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Inspirado na série Campbell's Soup Cans do artista norte-americano Andy Warhol, o Jardim das Casas, projetado pelo arquiteto Ronaldo Kurita, une descontração e casualidade. Marcado por tons terrosos mesclados com cores vibrantes, o ambiente tem espreguiçadeiras na área do solarium e espaço para refeições
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Criada pelos arquitetos e paisagistas Beatriz e Eduardo Fernandes Mera, a Praça Casa Cor homenageia a übermodel Gisele Bündchen. A iluminação cênica e a escultura criada por Bia Doria são os pontos altos do projeto
Kátia Kuwabara/UOL
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Criada pelos arquitetos e paisagistas Beatriz e Eduardo Fernandes Mera, a Praça Casa Cor homenageia a übermodel Gisele Bündchen. A iluminação cênica e a escultura criada por Bia Doria são os pontos altos do projeto
Kátia Kuwabara/UOL
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Criada pelos arquitetos e paisagistas Beatriz e Eduardo Fernandes Mera, a Praça Casa Cor homenageia a übermodel Gisele Bündchen. A iluminação cênica e a escultura criada por Bia Doria são os pontos altos do projeto
Kátia Kuwabara/UOL
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O ambiente de 70m², Jardim Alameda das Palmeiras, leva a assinatura do arquiteto e paisagista Marcelo Calixto. A arquitetura paisagística da cidade de Buenos Aires foi uma das inspirações para a concepção do espaço
Divulgação
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Bosque de "superárvores" integra o jardim horticultural erguido em Cingapura
AFP
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AFP
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Vastu House 14
Pallon Daruwala / Divulgação
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Vastu House 12
Pallon Daruwala / Divulgação
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Vastu House 7
Pallon Daruwala / Divulgação
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Vastu House 2
Pallon Daruwala / Divulgação
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Ao lado da casa, um espelho dá água de linhas neoclássicas tem fonte e foi adornado com ânforas de terracota
Renato Elkis/ Divulgação
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O ipê amarelo, no centro da foto, é original do terreno. Gilberto Elkis desenvolveu o projeto de paisagismo desse ponto em torno da árvore
Renato Elkis/ Divulgação
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A piscina com borda infinita tem seus tons esverdeados da pedra hijau (usada no revestimento interno) intensificados. Repare que o paisagismo tirou partido da umidade da área para colocar muitas plantas vizinhas ao elemento. Ao fundo, seguindo as linhas neoclássicas da casa, a churrasqueira com área gourmet
Renato Elkis/ Divulgação
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A escadaria que leva à casa em estilo neoclássico foi revestida com o mesmo material aplicado no piso em torno da piscina. Em suas laterais, foram colocados vasos com gerânios vermelhos que proporcionam uma dose de romantismo à fachada
Renato Elkis/ Divulgação
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Em primeiro plano, à esquerda, grupo de cicas; no canto direito, arbustos de gardênia e, ao fundo, o capim dos pampas
Renato Elkis/ Divulgação
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Na extremidades da piscina junto ao ambiente coberto de estar foi instalado um SPA, identificado pelo contorno ovalado de plaquetas de tijolos
Renato Elkis/ Divulgação
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Visa geral do trabalho de paisagismo de Gilberto Elkis para uma fazenda em Bragança Paulita (SP). Sobre o gramado, arbustos podados, grupos de palmeiras e cicas
Renato Elkis/ Divulgação
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Visa geral do trabalho de paisagismo de Gilberto Elkis para uma fazenda em Bragança Paulita (SP). Sobre o gramado, arbustos podados, grupos de palmeiras e cicas
Renato Elkis/ Divulgação
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O caminho que leva à represa é demarcado pelos arbustos podados e tem um certo clima monumental dos jardins de grandes propriedades europeias
Renato Elkis/ Divulgação
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Vista a partir da casa, a piscina compõe com a paisagem da represa ao fundo, ligada à área de lazer pelo caminho ladeado de arbustos. Os pilares de sustentação da cobertura da churrasqueira parecem emergir da piscina
Renato Elkis/ Divulgação
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O caminho que leva à represa é demarcado pelos arbustos podados e tem um certo clima monumental dos jardins de grandes propriedades europeias
Renato Elkis/ Divulgação
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Canto mobiliado com mesa e banco sob a sombra de um árvore. Em primeiro plano, touceira de capim dos pampas gosta de desfrutar da natureza
Renato Elkis/ Divulgação
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Revestindo o canal, seixos rolados também marcam a textura do jardim projetado por Gilberto Elkis em uma fazenda no interior de São Paulo
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O caminho que ladeia o espelho d'água com bicas instaladas em meio ao arbusto do buxinho finaliza no canto do pergolado
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O novo jardim harmoniza-se a paisagem pré-existente como uma moldura das frondosas árvores. A rigidez do desenho simétrico em torno da fonte é quebrada pelo buxinho podado em linhas retas, ao fundo, deslocado para a direita, e os arbustos arredondados no gramado
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Do alto do muro de pedra, as plantas despontam criando mais área de sombreamento e fundo para o jardim. Os ciprestes trazem verticalidade ao conjunto e mantêm o toque provençal
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Graças à poda, diferentes volumes e alturas dão movimento ao jardim, que fica mais fresco com o espelho d'água
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O canto do pergolado ficou mais refrescante graças às plantas que recobrem sua estrutura
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A ortogonalidade marca a área destinada à fonte, cujo espelho d'água quadrado é contornado por cerca viva de poda reta
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O uso de diferentes espécies de plantas resultou em um jardim rico de texturas, formas e cor. Trabalho de Gilberto Elkis para uma casa de fazenda no interior de São Paulo
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Com os volumes de diferentes formas e alturas, o paisagista Gilberto Elkis obteve uma composição movimentada, onde sempre há um novo detalha a se descobrir
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Toda a área do jardim é coberta de vegetação com apenas uma composição de tijolos marcando os caminhos. Ao fundo, as árvores altas nativas do terreno
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Os ciprestes trazem verticalidade ao jardim de uma fazenda no interior de São Paulo, trabalho de Gilberto Elkis
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Vasos com buxinho podados ladeiam a escadaria, arrematados pela vegetação rasteira
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Dispostos entre os janelões da casa, os bancos de madeira protegidos por molduras pergoladas compõem áreas de descanso delimitada pela cerca de viburno
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O viburno podado forma uma cerca viva em torno do gramado. Em primeiro plano, touceiras de estrelítzia proporcionam cor ao jardim
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O pergolado em curva forma túneis que proporcionam um clima romântico à paisagem
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O caminho que leva à casa é pontuado por vasos de terracota com grandes buxinhos de poda esférica
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A planta em "U" proporcionou a criação de um pátio central ajardinado entre os cômodos da casa no Bosque da Ribeira, em Nova Lima (MG). O projeto é assinado por Eduardo França e Letícia de Azevedo
Jomar Bragança/ Divulgação
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Jardim nos fundos da casa com projeto da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. O ambiente faz parte do anexo do sobrado paulistano doas anos 1930 reformado pela profissional. Junto ao anexo foi definido um espaço para refeições ao ar livre, sobre uma caixa revestida com pedriscos
Fabiano Cerchiari/UOL
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Jardim nos fundos da casa com projeto da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. O ambiente faz parte do anexo do sobrado paulistano doas anos 1930 reformado pela profissional
Fabiano Cerchiari/UOL
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Jardim nos fundos da casa com projeto da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. O ambiente faz parte do anexo do sobrado paulistano doas anos 1930 reformado pela profissional
Fabiano Cerchiari/UOL
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Jardim nos fundos da casa com projeto de reforma da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. Junto ao anexo foi definido um espaço para refeições ao ar livre, sobre uma caixa revestida com pedriscos, à sombra da mangueira
Fabiano Cerchiari/UOL
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Jardim nos fundos da casa com projeto de reforma da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. Junto ao anexo foi definido um espaço para refeições ao ar livre, sobre uma caixa revestida com pedriscos, à sombra da mangueira
Fabiano Cerchiari/UOL
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Jardim nos fundos da casa com projeto de reforma da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. Junto ao anexo foi definido um espaço para refeições ao ar livre, sobre uma caixa revestida com pedriscos
Fabiano Cerchiari/UOL
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"Hall y jardín interior" assinados por Juan José Vicario. Até 21 de fevereiro de 2012, a Casa Cor Punta del Este apresenta 27 ambientes desenvolvidos por arquitetos, paisagistas, decoradores e designers de interiores no Centro Cultural Pueblo Blanco, uma construção imponente em estilo mediterrâneo na cidade uruguaia. A mostra inaugura o calendário de exposições da marca "Casa Cor". Além do Uruguai, Panamá, Peru e Chile são sedes internacionais do evento de decoração. Mais informações, no site da mostra
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A Casa Folha, desenhada por Mareines + Patalano, em Angra dos Reis, tem uma piscina que surge na parte frontal do jardim, acompanha a varanda principal e termina no terraço posterior como um suave espelho d'água
Leonardo Finotti/UOL
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CASA BOA MESA: Praça Boa Mesa, criada por Ana Paula Magaldi. O ambiente foi escolhido como o melhor projeto paisagístico da edição 2011 da Casa Cor Trio A exposição reúne três mostras sobre os temas "saborear, celebrar e trabalhar", respectivamente: a CASA BOA MESA, com novidades em decoração e arquitetura voltadas ao prazer de cozinhar e receber bem; a CASA FESTA que sugere soluções para diferentes tipos de eventos; e a CASA OFFICE, apresentando tendências em mobiliário e decoração corporativa para escritórios. Com 39 ambientes, a Casa Cor Trio fica em cartaz de 8 de novembro a 4 de dezembro de 2011, no Jockey Club de São Paulo. Os ingressos custam, em média, R$ 33. Informações: (11) 3819-7955 ou através do site da Casa Cor
Kátia Kuwabara/UOL
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CASA BOA MESA: Praça Boa Mesa, criada por Ana Paula Magaldi. O ambiente foi escolhido como o melhor projeto paisagístico da edição 2011 da Casa Cor Trio A exposição reúne três mostras sobre os temas "saborear, celebrar e trabalhar", respectivamente: a CASA BOA MESA, com novidades em decoração e arquitetura voltadas ao prazer de cozinhar e receber bem; a CASA FESTA que sugere soluções para diferentes tipos de eventos; e a CASA OFFICE, apresentando tendências em mobiliário e decoração corporativa para escritórios. Com 39 ambientes, a Casa Cor Trio fica em cartaz de 8 de novembro a 4 de dezembro de 2011, no Jockey Club de São Paulo. Os ingressos custam, em média, R$ 33. Informações: (11) 3819-7955 ou através do site da Casa Cor
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Kátia Kuwabara/UOL
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Neste projeto a paisagista Luciana Brandão atendeu ao pedido da cliente, que queria perfumes sutis invadindo sua sala de estar. Para isto foram definidas espécies que exalam odores somente quando seus galhos são movimentados, como o alecrim (Rosmarinus officinalis), o gerânio cheiroso (Pelargonium graveolens), a hortelã variegata (Mentha suaveolens) e o anis cheiroso (Pimpinela anisum). Na composição há, também, lavandas (Lavandula angustifolia) e santolinas (Santolina chamaecyparissus), espécies indicadas para climas frios
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O paisagista Gilberto Elkis utilizou várias espécies aromáticas plantadas em vasos para criar esse jardim gourmet. Sobre o local, paira no ar o aroma vindo das lavandas (Lavandula angustifolia) colocadas em um nível mais elevado. Muito utilizado pela culinária por seu sabor intenso, o manjericão (Ocimum basilicum) também exala um perfume familiar que remete ao típico macarrão de domingo. Esse tempero deve ser cultivado em locais com muita luminosidade e com boa drenagem. A dica é plantá-lo em areia adubada sobre uma camada de argila expandida e geotêxtil (bidim)
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O paisagista Gilberto Elkis utilizou várias espécies aromáticas plantadas em vasos para criar esse jardim gourmet. Sobre o local, paira no ar o aroma vindo das lavandas (Lavandula angustifolia) colocadas em um nível mais elevado. Muito utilizado pela culinária por seu sabor intenso, o manjericão (Ocimum basilicum) também exala um perfume familiar que remete ao típico macarrão de domingo. Esse tempero deve ser cultivado em locais com muita luminosidade e com boa drenagem. A dica é plantá-lo em areia adubada sobre uma camada de argila expandida e geotêxtil (bidim)
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No jardim projetado pela paisagista Luciana Brandão, o banco com deck de madeira foi idealizado para conter o deslocamento de solo no terreno em aclive. No local, os perfumes que predominam são do gerânio cheiroso (Pelargonium graveolens) e das lavandas (Lavandula angustifolia). As duas espécies são arbustos de pequeno porte que precisam ser cultivados em pleno sol
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Para a cobertura do apartamento, a paisagista Ivani Kubo criou uma espécie de oásis combinando espécies ornamentais e perfumadas em torno do deck com a espreguiçadeira. Destaques para a dama-da-noite (Cestrum nocturnum), a gardênia (Gardenia jasminoides) e a lavanda (Lavandula angustifolia) combinadas às hortaliças como o manjericão (Ocimum basilicum), todos plantados em vasos. Essas espécies de plantas ainda se misturam a outras de maior porte como a palmeira phoenix (Phoenix roebelenii) e a jabuticabeira ou as ornamentais azaléias (Rhododendron simsii), hemerocális (Hemerocallis x hybrida) e gérberas (Gerbera hybrida), entre outras
André Fortes/ Divulgação
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O paisagismo da varanda desse apartamento tem como base os vasos. Na composição foram utilizadas lavandas (Lavandula angustifolia) colocadas perto de nichos de plantas não perfumadas. O paisagista Gilberto Elkis conta que quando o vento bate, transporta o odor agradável das lavandas para dentro do apartamento. A lavanda é uma planta de fácil cultivo, que resiste bem tanto ao frio e ao calor. Além disso, não necessita de regas constantes
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No jardim à margem da piscina, o paisagista Gilberto Elkis utilizou gardênias (Gardenia jasminoides) que, na primavera, exibem flores brancas perfumadas. Apreciadores de sol direto, os arbustos devem ser podados depois da floração. No projeto de Elkis, a espécie foi podada em formato de bola
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Temperos cultivados em vasos, como salsinha (Coriandrum sativum) e cebolinha (Allium fistulosum), além de ervas para chás, como a erva-doce (Lathyrus odoratus), são a base do paisagismo criado por Gilberto Elkis. Todas essas espécies estão em meio a outras plantas ornamentais, como a mini-romã. Para espantar as pragas, foram plantadas tagetes (Tagetes patula) de flor laranja. O resultado é uma mistura singular de cores, texturas e perfumes
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Para essa varanda, a paisagista Ivani Kubo procurou aproveitar-se da beleza da primavera (Bougainvillea spectabilis) e do perfume da lavanda (Lavandula angustifolia) plantadas em vasos. A lavanda aprecia ambientes ensolarados, mas protegidos do vento e o plantio deve ocorrer em solo poroso com boa drenagem e rico em húmus. Quando cultivada em vaso, a lavanda não deve ser misturada com outra planta
Ivani Kubo/ Divulgação
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Boulevard da Praia assinado por Adriana Aparecida e Marcelo Kozmhinsky. A Casa Cor Pernambuco ocupa o casario tombado na praia dos Milagres, em Olinda, cidade considerada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO. A mostra utilizará quatro casas no estilo chalé, uma torre que servia de mirante, o Clube Atlântico e o antigo Cine Olinda, que estava fechado há 47 anos. São 74 arquitetos, designers, paisagistas e decoradores, 38 ambientes e 5 mil m². Neste ano, o evento presta uma homenagem ao sociólogo Gilberto Freyre e à casa brasileira. A Casa Cor PE fica em cartaz de 8 de novembro a 13 de dezembro de 2011, na Avenida Sisgimundo Gonçalves, 700. Os ingressos custam R$ 30, mas maiores de 60 anos e estudantes com identificação pagam meia entrada. Mais informações pelo telefone (081)3325-6328 ou através do site da exposição
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Jardim das Ruínas crido por Lenira de Melo e Bruno Moreno. A Casa Cor Pernambuco ocupa o casario tombado na praia dos Milagres, em Olinda, cidade considerada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO. A mostra utilizará quatro casas no estilo chalé, uma torre que servia de mirante, o Clube Atlântico e o antigo Cine Olinda, que estava fechado há 47 anos. São 74 arquitetos, designers, paisagistas e decoradores, 38 ambientes e 5 mil m². Neste ano, o evento presta uma homenagem ao sociólogo Gilberto Freyre e à casa brasileira. A Casa Cor PE fica em cartaz de 8 de novembro a 13 de dezembro de 2011, na Avenida Sisgimundo Gonçalves, 700. Os ingressos custam R$ 30, mas maiores de 60 anos e estudantes com identificação pagam meia entrada. Mais informações pelo telefone (081)3325-6328 ou através do site da exposição
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Jardim da esculturas assinado por Soraya Brixi e Julieta Rodrigues. A mostra Morar Mais por Menos abre suas portas em 26 de outubro de 2011, na Casa do Candango, na 603 Sul, em Brasília. A exposição, que fica em cartaz até 04 de dezembro, tem lugar na cidade desde 2007. Na edição deste ano são 35 ambientes que oferecem soluções para o décor que "cabem no bolso". Os ingressos custam R$ 30. Mais informações no site do evento ou pelo telefone (61) 3242-4789
Haruo Mikami/ Divulgação
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Jardim da sala de estar assinada por Gustavo Gall. A mostra Morar Mais por Menos abre suas portas em 26 de outubro de 2011, na Casa do Candango, na 603 Sul, em Brasília. A exposição, que fica em cartaz até 04 de dezembro, tem lugar na cidade desde 2007. Na edição deste ano são 35 ambientes que oferecem soluções para o décor que "cabem no bolso". Os ingressos custam R$ 30. Mais informações no site do evento ou pelo telefone (61) 3242-4789
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O paisagismo interno, de Maria João D'Orey, é parte essencial da composição despojada da casa de campo, e complementa o uso combinado da pedra e da madeira de demolição. O projeto arquitetônico é de Erick Figueira
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O hall central articula toda a distribuição dos setores da residência. O espaço concentra o acesso principal, a escada que leva ao piso superior e tem à sua direita o ambiente de jantar e as áreas de serviço e, à esquerda, os ambientes e estar, que se encontram na área externa de lazer. Com paisagismo de Maria João D'Orey, a casa tem projeto arquitetônico de Erick Figueiredo
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Encuentro en lo Natural (jardim) criado por Jimena Melossi e Paula Macklenburg. A Casa Cor Chile estreia no Santiago Paperchase Club, um centro de equitação da capital Santiago. São mais de 50 ambientes e 45 dias de mostra, de 08 de outubro a 20 de novembro de 2011. Mais informações, no site do evento
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Desde el Jardín (jardim)assinado por Annemarie Lucas e Rodrigo Tapia. A Casa Cor Chile estreia no Santiago Paperchase Club, um centro de equitação da capital Santiago. São mais de 50 ambientes e 45 dias de mostra, de 08 de outubro a 20 de novembro de 2011. Mais informações, no site do evento
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Paisajismo Bar (jardim) projetado por Bernardita Prieto, Carolina Zambra e Bernardita del Corral. A Casa Cor Chile estreia no Santiago Paperchase Club, um centro de equitação da capital Santiago. São mais de 50 ambientes e 45 dias de mostra, de 08 de outubro a 20 de novembro de 2011. Mais informações, no site do evento
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Mi Pequeño Jardín Francés (jardim) assinado por Juan Agustín Donoso e Consuelo Martí. A Casa Cor Chile estreia no Santiago Paperchase Club, um centro de equitação da capital Santiago. São mais de 50 ambientes e 45 dias de mostra, de 08 de outubro a 20 de novembro de 2011. Mais informações, no site do evento
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Peumo (jardim) assinado por Jacinta González, Sebastián Erazo e Paula Ojeda. A Casa Cor Chile estreia no Santiago Paperchase Club, um centro de equitação da capital Santiago. São mais de 50 ambientes e 45 dias de mostra, de 08 de outubro a 20 de novembro de 2011. Mais informações, no site do evento
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El Huerto de Venus (horto) criado por Ana María Menz e María del Carmen Beltran. A Casa Cor Chile estreia no Santiago Paperchase Club, um centro de equitação da capital Santiago. São mais de 50 ambientes e 45 dias de mostra, de 08 de outubro a 20 de novembro de 2011. Mais informações, no site do evento
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Equilibrio urbano (jardim) assinado por Pedro Pérez-Barros e José Manuel Lobo. A Casa Cor Chile estreia no Santiago Paperchase Club, um centro de equitação da capital Santiago. São mais de 50 ambientes e 45 dias de mostra, de 08 de outubro a 20 de novembro de 2011. Mais informações, no site do evento
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Paisajismo sustentable (jardim) criado por Daniella Guerrero Cariola. A Casa Cor Chile estreia no Santiago Paperchase Club, um centro de equitação da capital Santiago. São mais de 50 ambientes e 45 dias de mostra, de 08 de outubro a 20 de novembro de 2011. Mais informações, no site do evento
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Lodge (jardim) projetado por Cristóbal Elgueta Marinovic. A Casa Cor Chile estreia no Santiago Paperchase Club, um centro de equitação da capital Santiago. São mais de 50 ambientes e 45 dias de mostra, de 08 de outubro a 20 de novembro de 2011. Mais informações, no site do evento
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O paisagista Wade Graham plantou uma coleção de aloes na jardineira junto à frente da casa construída na década de 1920, em Los Angeles, na Califórnia. Wade Graham é autor do livro "American Eden" (editora Harper, sem tradução para o português), um levantamento de 400 anos de jardins americanos
Laure Joliet/The New York Times
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Detalhe do jardim frontal criado por Wade Graham para casa em estilo colonial espanhol, construída em 1924, em Los Angels, Califórnia. Wade Graham é paisagista, historiador e professor universitário, autor de "American Eden" (editora Harper, sem tradução para o português), um levantamento de 400 anos da história dos jardins americanos
Laure Joliet/The New York Times
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Frente da residência em Los Angeles, Califórnia, com projeto de paisagismo desenvolvido por Wade Graham. Graham é autor de "American Eden" (Editora Harper, em tradução em português), um levantamento de 400 anos da história dos jardins americanos
Laure Joliet/The New York Times
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Vista da casa de hóspedes e jardim frontal da casa onde morou Wade Graham, autor do projeto de paisagismo da residência, uma construção em estilo colonial espanhol de 1924, em Los Angeles, Califórnia
Laure Joliet/The New York Times
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Lounge jardim "Verdi" assinado pela paisagista Valéria Maldonado. A Casa Cor Ceará chega a sua 13ª edição. A mostra fica em cartaz de 06 de outubro a 22 de novembro de 2011 em uma construção do século 19, na praia de Iracema, em Fortaleza. Além da área oferecida pelo edifício antigo, a exposição conta com 180m² da "Casa do Futuro", um anexo de estruturas metálicas. A casa Cor Ceará funciona de terça a domingo, das 16h às 22h. Os ingressos custam, em média, R$ 34. Mais informações, no site do evento
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Lounge jardim "Verdi" assinado pela paisagista Valéria Maldonado. A Casa Cor Ceará chega a sua 13ª edição. A mostra fica em cartaz de 06 de outubro a 22 de novembro de 2011 em uma construção do século 19, na praia de Iracema, em Fortaleza. Além da área oferecida pelo edifício antigo, a exposição conta com 180m² da "Casa do Futuro", um anexo de estruturas metálicas. A casa Cor Ceará funciona de terça a domingo, das 16h às 22h. Os ingressos custam, em média, R$ 34. Mais informações, no site do evento
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Lounge jardim "Verdi" assinado pela paisagista Valéria Maldonado. A Casa Cor Ceará chega a sua 13ª edição. A mostra fica em cartaz de 06 de outubro a 22 de novembro de 2011 em uma construção do século 19, na praia de Iracema, em Fortaleza. Além da área oferecida pelo edifício antigo, a exposição conta com 180m² da "Casa do Futuro", um anexo de estruturas metálicas. A casa Cor Ceará funciona de terça a domingo, das 16h às 22h. Os ingressos custam, em média, R$ 34. Mais informações, no site do evento
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Praça "Morar Mais" assinada pela paisagista e designer de exteriores Wanda Coelho. A mostra Morar Mais Por Menos fica em cartaz de 06 de outubro à 15 de novembro de 2011, na Rua Kellers, 520, em Curitiba, Paraná. A exposição de arquitetura, decoração, design de interiores e paisagismo tem como tema o consumo consciente e a sustentabilidade. Nessa linha, o evento incentiva o uso da bicicleta como forma de diminuir o impacto ambiental causado pela utilização de carros, bem como propõe o emprego de materiais "reutilizados" em móveis e objetos. São 58 ambientes "que cabem no bolso", projetados por mais de 90 profissionais. Os ingressos custam R$ 24, em média. Mais informações no site da Morar Mais
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Jardim principal concebido pelos paisagistas Andreia Menezes, Éder Mattiolli e Roger Claudino. A mostra Morar Mais Por Menos fica em cartaz de 06 de outubro à 15 de novembro de 2011, na Rua Kellers, 520, em Curitiba, Paraná. A exposição de arquitetura, decoração, design de interiores e paisagismo tem como tema o consumo consciente e a sustentabilidade. Nessa linha, o evento incentiva o uso da bicicleta como forma de diminuir o impacto ambiental causado pela utilização de carros, bem como propõe o emprego de materiais "reutilizados" em móveis e objetos. São 58 ambientes "que cabem no bolso", projetados por mais de 90 profissionais. Os ingressos custam R$ 24, em média. Mais informações no site da Morar Mais
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Jardim do living assinado pela paisagista Paula Bergamin. A 21ª edição da Casa Cor Rio tem lugar no Palacete Linneo de Paula Machado, em Botafogo. O prédio do século 19, em estilo renascentista francês, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e teve seu telhado em ardósia, vitrais, pisos em parquê, colunas e azulejos restaurados pela equipe da Casa Cor Rio. A mostra fica em cartaz de 04 de outubro à 16 de novembro de 2011 e reúne 86 profissionais e 54 ambientes. Os ingressos custam, em média, R$ 35. Mais informações no site do evento
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Praça Casa Cor assinada por Emmilia Cardoso e Marisa Lima. A 21ª edição da Casa Cor Rio tem lugar no Palacete Linneo de Paula Machado, em Botafogo. O prédio do século 19, em estilo renascentista francês, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e teve seu telhado em ardósia, vitrais, pisos em parquê, colunas e azulejos restaurados pela equipe da Casa Cor Rio. A mostra fica em cartaz de 04 de outubro à 16 de novembro de 2011 e reúne 86 profissionais e 54 ambientes. Os ingressos custam, em média, R$ 35. Mais informações no site do evento
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Praça Casa Cor assinada por Emmilia Cardoso e Marisa Lima. A 21ª edição da Casa Cor Rio tem lugar no Palacete Linneo de Paula Machado, em Botafogo. O prédio do século 19, em estilo renascentista francês, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e teve seu telhado em ardósia, vitrais, pisos em parquê, colunas e azulejos restaurados pela equipe da Casa Cor Rio. A mostra fica em cartaz de 04 de outubro à 16 de novembro de 2011 e reúne 86 profissionais e 54 ambientes. Os ingressos custam, em média, R$ 35. Mais informações no site do evento
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Jardim da entrada pensado pelas paisagistas Daniela Infante e Sonia Infante. A 21ª edição da Casa Cor Rio tem lugar no Palacete Linneo de Paula Machado, em Botafogo. O prédio do século 19, em estilo renascentista francês, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e teve seu telhado em ardósia, vitrais, pisos em parquê, colunas e azulejos restaurados pela equipe da Casa Cor Rio. A mostra fica em cartaz de 04 de outubro à 16 de novembro de 2011 e reúne 86 profissionais e 54 ambientes. Os ingressos custam, em média, R$ 35. Mais informações no site do evento
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Praça Casa Cor, em homenagem ao arquiteto Alberto Fiúza, projetada pelo arquiteto Marcus Lima e pelo designer de interiores Luiz Cláudio Motta. A 17ª edição da Casa Cor Bahia, em Salvador, primeira capital do Nordeste a receber a franquia, tem lugar no antigo Salvador Praia Hotel , na praia de Ondina. Na edição 2011 a mostra reúne 62 ambientes desenvolvidos por 98 profissionais, entre arquitetos, decoradores, paisagistas e designers de interiores. A exposição fica em cartaz de 29 de setembro a 06 de novembro e os ingressos custam, em média, R$ 35. Mais informações no site do evento
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A casa a partir do espaço das redes: à esquerda, o pavilhão das suítes de hóspedes, e à direita, o pavilhão principal. Os pavilhões ficam elevados do solo, o que minimiza problemas de umidade, e melhora o conforto térmico ao permitir a ventilação sob o piso. O recurso também mantém a permeabilidade do solo
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Jardim das Boas Vindas desenvolvido por Maria Cristina Tofano Cecílio e Ivanise Rodrigues Maldonade. A Casa Cor Campinas fica em cartaz de 22 de setembro a 30 de outubro de 2011. A edição deste ano tem lugar no prédio do antigo Hospital Santa Isabel, tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc). São 45 ambientes distribuídos em cerca de 14 mil m². Os ingressos custam, em média, R$ 30. Mais informações no site da Casa Cor Campinas
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Praça da Figueira projetada por João Corbett, Joyce Benetazzo e Paulo Rodrigo Salvador. A Casa Cor Campinas fica em cartaz de 22 de setembro a 30 de outubro de 2011. A edição deste ano tem lugar no prédio do antigo Hospital Santa Isabel, tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc). São 45 ambientes distribuídos em cerca de 14 mil m². Os ingressos custam, em média, R$ 30. Mais informações no site da Casa Cor Campinas
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Mirante Abolição pensado por Cíntia Rua e Natália Salcedo. A Casa Cor Campinas fica em cartaz de 22 de setembro a 30 de outubro de 2011. A edição deste ano tem lugar no prédio do antigo Hospital Santa Isabel, tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc). São 45 ambientes distribuídos em cerca de 14 mil m². Os ingressos custam, em média, R$ 30. Mais informações no site da Casa Cor Campinas
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Jardim dos Sabores projetado por Marina Khattar de Godoy. A Casa Cor Campinas fica em cartaz de 22 de setembro a 30 de outubro de 2011. A edição deste ano tem lugar no prédio do antigo Hospital Santa Isabel, tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc). São 45 ambientes distribuídos em cerca de 14 mil m². Os ingressos custam, em média, R$ 30. Mais informações no site da Casa Cor Campinas
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Jardim do Ficus assinado por José Luiz Freiman e Marília Freiman. A Casa Cor Brasília chega a sua 20ª edição. São 65 ambientes internos e externos projetados por 97 arquitetos, paisagistas, decoradores e designers de interiores. O evento fica em cartaz de 14 de setembro a 25 de outubro de 2011, no Espaço Eletronorte, na 904 Sul. Os ingressos custam, em média, R$ 40. Mais informações através do site da Casa Cor ou pelo telefone (61) 3248-6902
Clausem Bonifácio/ Divulgação
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Espaço Vastu criado por Guil Blanche e Ganden Paisagismo e inspirado na filosofia Vastu Shastra. A Casa Cor Brasília chega a sua 20ª edição. São 65 ambientes internos e externos projetados por 97 arquitetos, paisagistas, decoradores e designers de interiores. O evento fica em cartaz de 14 de setembro a 25 de outubro de 2011, no Espaço Eletronorte, na 904 Sul. Os ingressos custam, em média, R$ 40. Mais informações através do site da Casa Cor ou pelo telefone (61) 3248-6902
Reinaldo Haruo/ Divulgação
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Jardim da Família criado por Lucia Braz, Luciana Galvão e Wagner Henrique. A Casa Cor Brasília chega a sua 20ª edição. São 65 ambientes internos e externos projetados por 97 arquitetos, paisagistas, decoradores e designers de interiores. O evento fica em cartaz de 14 de setembro a 25 de outubro de 2011, no Espaço Eletronorte, na 904 Sul. Os ingressos custam, em média, R$ 40. Mais informações através do site da Casa Cor ou pelo telefone (61) 3248-6902
Reinaldo Haruo/ Divulgação
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Praça dos Artistas criada por David Nehring. A Casa Cor Brasília chega a sua 20ª edição. São 65 ambientes internos e externos projetados por 97 arquitetos, paisagistas, decoradores e designers de interiores. O evento fica em cartaz de 14 de setembro a 25 de outubro de 2011, no Espaço Eletronorte, na 904 Sul. Os ingressos custam, em média, R$ 40. Mais informações através do site da Casa Cor ou pelo telefone (61) 3248-6902
Clausem Bonifácio/ Divulgação
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Na fachada frontal, o pórtico metálico de brises horizontais marca a entrada principal e protege o interior do forte sol poente
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Paisagismo "Boas Vindas" criado por Patrícia de Freitas Souza para a exposição "Morar Mais por Menos". A 8ª edição carioca da mostra fica em cartaz de 31 de agosto à 09 de outubro de 2011, na sede da Pequena Cruzada, na Lagoa. São 75 ambientes distribuídos em 2100m² de área construída e 1800m² de área externa. Os ingressos custam em torno de R$ 25. Mais informações pelo site ou pelo telefone (21) 2512-2412
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Jardim do Encontro criado por Clarice Maia, Erika Maia, Elvira Guimarães e Pedro Henrique Murta. A 17ª edição da Casa Cor MG reúne 56 ambientes, assinados por mais de 80 profissionais. O evento fica em cartaz de 20 de agosto a 04 de outubro de 2011 em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. Os ingressos custam, em média, R$ 40. Informações pelo site da mostra ou pelo telefone (31) 3245-1968
Jomar Bragança/Divulgação
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Jardim do Encontro criado por Clarice Maia, Erika Maia, Elvira Guimarães e Pedro Henrique Murta. A 17ª edição da Casa Cor MG reúne 56 ambientes, assinados por mais de 80 profissionais. O evento fica em cartaz de 20 de agosto a 04 de outubro de 2011 em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. Os ingressos custam, em média, R$ 40. Informações pelo site da mostra ou pelo telefone (31) 3245-1968
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Jardim do Apartamento assinado por Sarah Sotero, Ronaldo Moraes e Edna Oliveira. A 17ª edição da Casa Cor MG reúne 56 ambientes, assinados por mais de 80 profissionais. O evento fica em cartaz de 20 de agosto a 04 de outubro de 2011 em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. Os ingressos custam, em média, R$ 40. Informações pelo site da mostra ou pelo telefone (31) 3245-1968
Jomar Bragança/Divulgação
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Jardim do Apartamento assinado por Sarah Sotero, Ronaldo Moraes e Edna Oliveira. A 17ª edição da Casa Cor MG reúne 56 ambientes, assinados por mais de 80 profissionais. O evento fica em cartaz de 20 de agosto a 04 de outubro de 2011 em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. Os ingressos custam, em média, R$ 40. Informações pelo site da mostra ou pelo telefone (31) 3245-1968
Jomar Bragança/Divulgação
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"Belle Époque dos Jardins", assinado pelo arquiteto e paisagista Guilherme Mazza Dourado e editado pela Senac São Paulo, aborda a concepção paisagística do final do século 19 e início do 20
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Letícia Ferreira de Paula Ricardo assina o Café do Bosque. A mostra Morar Mais por Menos Belo Horizonte está aberta de 17/08 a 2/10/2011 na Antiga Maternidade Hilda Brandão
Gustavo Xavier / Divulgação
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Letícia Ferreira de Paula Ricardo assina o Café do Bosque. A mostra Morar Mais por Menos Belo Horizonte está aberta de 17/08 a 2/10/2011 na Antiga Maternidade Hilda Brandão
Gustavo Xavier / Divulgação
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Jardim das Jabuticabeiras criado pela paisagista Sinthia Ferrari e pela engenheira agrônoma Juliana Favarato. A Casa Cor Espírito Santo fica em cartaz de 16 de agosto a 27 de setembro de 2011. A exposição que reúne 51 profissionais e 36 ambientes tem lugar na rua Constante Sodré, nº 1313, Praia do Canto, Vitória. Os ingressos custam, em média, R$ 30
Rocio Fotografia/Divulgação
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Jardim das Jabuticabeiras criado pela paisagista Sinthia Ferrari e pela engenheira agrônoma Juliana Favarato. A Casa Cor Espírito Santo fica em cartaz de 16 de agosto a 27 de setembro de 2011. A exposição que reúne 51 profissionais e 36 ambientes tem lugar na rua Constante Sodré, nº 1313, Praia do Canto, Vitória. Os ingressos custam, em média, R$ 30
Rocio Fotografia/Divulgação
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Vista da fachada dos fundos, com varanda elaborada como deck de madeira levando à área social. O banco de madeira estabelece o limite do deck na casa na Granja Viana, zona sul de São Paulo, projetada pelo arquiteto Gilberto Belleza
Ivan Berger / Divulgação
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O grande deck de madeira que leva à piscina, é coberto pela aba de concreto aparente. O lance de degraus empresta certa dramaticidade à área de lazer da casa na Granja Viana, zona sul de São Paulo, projetada por Gilberto Belleza
Ivan Berger / Divulgação
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Vista do acesso principal da casa projetada por Gilberto Belleza, na zona sul de São Paulo. O jardim margeia o hall de entrada
Ivan Berger / Divulgação
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Os vários ambientes da casa projetada por Gilberto Belleza na Granja Viana, zona sul de São Paulo, abrem-se para a área de lazer
Fran Parente / UOL
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Detalhe da jabuticabeira (Plinia trunciflora), cultivada em vaso no jardim criado por Gigi Botelho na área externa de um apartamento térreo em São Paulo
Paulo Bau / UOL
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Visto do alto, o projeto de paisagismo feito por Gigi Botelho para a área externa de um apartamento térreo em São Paulo revela sua composição, protagonizada pelo SPA e pelo verde. A vegetação rente ao muro é murta (Murraya paniculata). Os pinheiros são kaizuka (Juniperus chinensis torulosa) e os arbustos esculpidos em formato redondo são buxinho (Buxus sempervirens). A forração do jardim é grama-amendoim (Arachis repens) e o piso é de mosaico português. Projeto da paisagista Gigi Botelho para a área externa de um apartamento térreo, em São Paulo
Paulo Bau / UOL
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A vista do alto evidencia a opção pelo verde como cor única da composição do jardim, usada inclusive nas peças de decoração. A vegetação rente ao muro é murta (Murraya paniculata), os pinheiros à esquerda são kaizuka (Juniperus chinensis torulosa), os arbustos redondos, buxinho (Buxus sempervirens) e a forração do jardim, grama-amendoim (Arachis repens). No piso foi aplicado mosaico português. Projeto da paisagista Gigi Botelho para a área externa de um apartamento térreo, em São Paulo
Paulo Bau / UOL
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Detalhe da decoração da mesa. A vegetação que cobre o muro ao fundo é murta (Murraya paniculata), à direita, os pinheiros são kaizuka (Juniperus chinensis torulosa) e os arbustos mais baixos, em forma de bola, são buxinhos (Buxus sempervirens)
Paulo Bau / UOL
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Detalhe da decoração do jardim elaborado pela paisagista Gigi Botelho, em um apartamento térreo, em São Paulo. As lanternas adornam a beira do SPA; ao fundo, rente ao muro, foi plantada murta (Murraya paniculata), o arbusto em formato oval é buxinho (Buxus sempervirens) e à esquerda, as árvores maiores, também esculpidas, são fícus (Ficus benjamina). A forração pendente é grama-amendoim (Arachis repens)
Paulo Bau / UOL
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Detalhe do jardim de um apartamento térreo, em São Paulo, feito por Gigi Botelho. Nas jardineiras foram plantados buxinhos (Buxus sempervirens) com poda em forma de bola, e fícus (Ficus benjamina)
Paulo Bau / UOL
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Detalhe do jardim de um apartamento térreo em São Paulo, com projeto de paisagismo de Gigi Botelho. A proposta destacou as tonalidades verdes da folhagem de árvores, arbustos e forrações
Paulo Bau / UOL
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Gigi Botelho colocou vasos com pinheiros da espécie kaizuca (Juniperus chinensis torulosa) ladeando a porta do quarto que se abre para a área externa de um apartamento térreo em São Paulo. A árvore outonal, sem folhas, é uma jabuticabeira (Plinia trunciflora). O arbusto esculpido em formato ovalado é um buxinho (Buxus sempervirens)
Paulo Bau / UOL
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Detalhe dos buxinhos (Buxus sempervirens) plantados em vasos de cerâmica de diferentes cores e formatos
Paulo Bau / UOL
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Ao fundo, a porta de acesso à sala de televisão. Nos vasos de cerâmica, buxinhos (Buxus sempervirens)
Paulo Bau / UOL
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O conjunto de mesa e cadeiras de madeira ambienta o jardim, emoldurado por jardineiras elevadas, construídas para garantir profundidade suficiente o plantio. A vegetação rente ao muro é murta (Murraya paniculata) e os arbustos esculpidos em formato redondo, buxinho (Buxus sempervirens). O piso foi revestido com mosaico português
Paulo Bau / UOL
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Tons de verde e texturas compõem o jardim, formado por espécies como os buxinhos (Buxus sempervirens) podados em forma de bola. Atrás deles, a "parede verde" é de murta (Murraya paniculata) e os pinheiros são kaizuka (Juniperus chinensis torulosa)
Paulo Bau / UOL
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O conjunto de mesa e cadeiras de madeira ambienta o jardim, emoldurado por jardineiras elevadas, construídas para garantir profundidade suficiente o plantio. A vegetação rente ao muro é murta (Murraya paniculata) e os arbustos esculpidos em formato redondo, buxinho (Buxus sempervirens). O piso foi revestido com mosaico português
Paulo Bau / UOL
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Detalhe do dinheiro em penca (Callisia repens) que forra o vaso
Paulo Bau / UOL
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Destaque da jabuticabeira (Plinia trunciflora) plantada na jardineira, no canto do jardim, bem próximo ao SPA aquecido
Paulo Bau / UOL
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Detalhe das folhas da jabuticabeira (Plinia trunciflora)
Paulo Bau / UOL
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Detalhe das folhas de uma unha de gato (Ficus pumila)
Paulo Bau / UOL
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Porta de acesso de um dos quartos para o jardim. Os pinheiros nas laterais da porta são kaizuca, (Juniperus chinensis torulosa) e a árvore com galhos secos é uma jabuticabeira (Plinia trunciflora). Projeto de Gigi Botelho para o jardim de um apartamento térreo em São Paulo
Paulo Bau / UOL
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Detalhe da composição geométrica do jardim criado por Gigi Botelho para a área externa de um apartamento térreo, em São Paulo. Em primeiro plano, buxinhos (Buxus sempervirens) podados em fomato de bola; no fundo, pinheirosda espécie kaizuka (Juniperus chinensis torulosa) e ao fundo, formando uma parede viva, murtas (Murraya paniculata)
Paulo Bau / UOL
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Detalhe do jardim de um apartamento térreo em São Paulo, com projeto de paisagismo de Gigi Botelho. A proposta destacou as tonalidades verdes da folhagem de árvores, arbustos e forrações
Paulo Bau / UOL
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Praça das Esculturas, assinada por Rafaela Novaes e Marcelo Novaes. O espaço integra elementos naturais e obras de Bia Doria, do artista português Santos Lopes e do designer e artista plástico Agostinho Gomes, entre outros. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Praça das Esculturas, assinada por Rafaela Novaes e Marcelo Novaes. O espaço integra elementos naturais e obras de Bia Doria, do artista português Santos Lopes e do designer e artista plástico Agostinho Gomes, entre outros. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Marco Pinto/UOL
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Praça das Esculturas, assinada por Rafaela Novaes e Marcelo Novaes. O espaço integra elementos naturais e obras de Bia Doria, do artista português Santos Lopes e do designer e artista plástico Agostinho Gomes, entre outros. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Praça das Esculturas, assinada por Rafaela Novaes e Marcelo Novaes. O espaço integra elementos naturais e obras de Bia Doria, do artista português Santos Lopes e do designer e artista plástico Agostinho Gomes, entre outros. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Praça Pomodoro & Pepperone, projetada por Alexandre Furcolin. Em 200 m², Furcolin propõe o resgate dos quintais de antigamente, com horta e pomar. As espécies usadas possuem importância alimentar ou aromática. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Praça das Palmeiras, de Ana Paula Magaldi. O espaço conta com um teto verde pendente, além de um espelho d'água e de piso sustentável feito com descarte de vidros. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Praça das Palmeiras, de Ana Paula Magaldi. O espaço conta com um teto verde pendente, além de um espelho d'água e de piso sustentável feito com descarte de vidros. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Praça das Palmeiras, de Ana Paula Magaldi. O espaço conta com um teto verde pendente, além de um espelho d'água e de piso sustentável feito com descarte de vidros. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Praça das Palmeiras, de Ana Paula Magaldi. O espaço conta com um teto verde pendente, além de um espelho d'água e de piso sustentável feito com descarte de vidros. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
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Praça das Esculturas, assinada por Rafaela Novaes e Marcelo Novaes. O espaço integra elementos naturais e obras de Bia Doria, do artista português Santos Lopes e do designer e artista plástico Agostinho Gomes, entre outros. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Jardim da Vila, de Mari Polesi, integra algumas construções como a capela e residências da Casa Cor. Com cerca de 1.000 m², o ambiente é dividido em dois: "Espaço da Tecnologia" e "Espaço da Meditação"; e oferece um lago ornamental, um pergolado para o descanso e conexão wireless. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
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Jardim da Vila, de Mari Polesi, integra algumas construções como a capela e residências da Casa Cor. Com cerca de 1.000 m², o ambiente é dividido em dois: "Espaço da Tecnologia" e "Espaço da Meditação"; e oferece um lago ornamental, um pergolado para o descanso e conexão wireless. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
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Jardim das Fontes, projetado por Gigi de Arruda Botelho. O espaço com cerca de 700m² se baseia nos quatro elementos - água, ar, fogo e terra - e tem como um dos destaques o lustre que une luzes LED a galhos reaproveitados. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
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Jardim dos Encontros, pensado por Marisa Lima. O espaço é feminino, romântico e presta uma homenagem à Olga Krell, curadora da mostra. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
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Praça Pomodoro & Pepperone, projetada por Alexandre Furcolin. Em 200 m², Furcolin propõe o resgate dos quintais de antigamente, com horta e pomar. As espécies usadas possuem importância alimentar ou aromática. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
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Jardim dos Cactos, criado por Marcelo Bellotto, concentra vegetais exóticos e rústicos. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
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Jardim do Boulevard, criado por Luiz Felipe e Luiz Gustavo Camargo. O espaço traz madeira, pedras e vasos vietnamitas combinados de maneira contemporânea. A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Paisagismo assinado por Ricardo Pessuto para a "Casa Primal", projetada por Jóia Bergamo para a Casa Cor SP. A mostra fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
Marco Pinto/UOL
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Jardim das Casas, pensado por Perci Silva. O ambiente se pretende sustentável e, por isso, o paisagista se preocupou com a boa circulação de ar, a iluminação solar, o sistema de água retornável e o baixo consumo de energia em mais de 1.000 m². A Casa Cor SP fica aberta até dia 17 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo
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O projeto do arquiteto Javier Muñoz Menéndez implantou a casa "Entre Árboles" de forma a acomodar as 52 árvores existentes no terreno. Decks feitos de madeira tropical compõem os caminhos pelo jardim da residência localizada em Yucatán, no México
Rolando Córdoba / Divulgação
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O terraço coberto compõe um dos blocos da casa "Entre Árboles", em Yucatán, no México, projeto de Javier Muñoz Menéndez. O espaço contém uma cozinha, banheiro e despensa, além de abrigar ambientes de estar que servem à área da piscina (ao fundo), além de atender ao campo de golfe da propriedade
Rolando Córdoba / Divulgação
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Construída entre 52 árvores, a casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, foi erguida com paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. As grandes aberturas piso-teto trazem o verde do exterior para dentro da residência localizada em Yucatán, no México
Rolando Córdoba / Divulgação
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O projeto do arquiteto Javier Muñoz Menéndez implantou a casa "Entre Árboles" de forma a acomodar as 52 árvores existentes no terreno. Decks feitos de madeira tropical compõem os caminhos pelo jardim da residência localizada em Yucatán, no México
Rolando Córdoba / Divulgação
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Neste trabalho de Marcelo Faisal, o uso de pedra são thomé como revestimento de toda a área do jardim, inclusive nos desníveis, dá continuidade às superfícies e faz o espaço "crescer". Os nichos foram preenchidos de viburnos (Viburnum prunifolium). Para a cica (Cycas revoluta), ao fundo, uma área especial, coberta de pedriscos e pedras cavernas. Revestindo o muro, tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta)
Fabiano Cerchiari / UOL
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No jardim de uma residência em São Paulo, o paisagista Marcelo Faisal criou uma praça de contemplação revestindo o piso com mosaico português e um banco de madeira. Contornando a praça, exemplares de eugênia (Eugenia sprengelii) podada na forma bola, e camélia (camellia japônica), também podada, sobre a grama esmeralda (Zoysia japônica)
Fabiano Cerchiari / UOL
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Vista do jardim frontal de uma casa em São Paulo, com projeto paisagístico de Marcelo Faisal. Sobre um tapete de grama esmeralda (Zoysia japônica), exemplares de eugênia (Eugenia sprengelii) em forma de bola e de camélia (camellia japônica), também podada
Fabiano Cerchiari / UOL
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Maciço de ixorias (Ixora chinensis) plantados em tapete de grama esmeralda (Zoysia japônica) contornado com faixa de grama preta (Ophiopogon japonicus)
Fabiano Cerchiari / UOL
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Na área da piscina, ao fundo, maciço de viburno (Viburnum prunifolium) podado, formando um pequeno arbusto, e pisadas de pedra são thomé, sobre grama esmeralda ( Zoysia japônica). Sobre o deck, vaso com cica (Cycas revoluta), e podocarpos (Podocarpus macrophyllus) encostados no muro
Fabiano Cerchiari / UOL
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Detalhe das eugênias (Eugenia sprengelii) podadas na forma de bola, plantadas em meio à grama esmeralda (Zoysia japônica)
Fabiano Cerchiari / UOL
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No jardim de uma casa em São Paulo, o paisagista Marcelo Faisal instalou um banco de madeira sobre a mureta que também atua como guarda-corpo, frisando o limite do desnível. O elemento também ajuda a aumentar o jardim. A versátil grama preta (Ophiopogon japonicus) emoldura o gramado de esmeralda (Zoysia japônica) de onde despontam maciços de ixorias (Ixora chinensis)
Fabiano Cerchiari / UOL
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Para dar maior segurança aos passantes, e também criar elementos funcionais, o paisagista Marcelo Faisal transformou a mureta em um banco de madeira cumaru, que também atua como guarda-corpo. Pelo vão a folhagem da cica (Cycas revoluta) tem espaço para crescer. Em primeiro plano, a camélia (camellia japônica) podada. No piso, pedra são thomé
Fabiano Cerchiari / UOL
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As pisadas de pedra são thomé sobre o gramado ligam a edícula à casa. Para criar mais área verde, o projeto de Faisal previu trepadeira de madressilva (Clivia miniata) subindo pela coluna. Repare que os arbustos de Clívia (Clivia miniata) dão uma certa privacidade, encobrindo discretamente a vista para a casa principal
Fabiano Cerchiari / UOL
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Ao fundo, o espaço gourmet, foi coberto com a pérgula que permitiu o crescimento da frondosa palmeira areca de locuba (Dypsis madagascariensis). Os arbustos no contorno do jardim -também usados na jardineira da varanda do superior, são viburnos (Viburnum prunifolium); o gramado é de grama esmeralda ( Zoysia japônica)
Fabiano Cerchiari / UOL
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Vista do corredor lateral na direção do jardim. Por este ângulo é possível ver bem a atmosfera provençal que predomina no jardim, com flores e folhagens delicadas. A folhagem de porte médio, na lateral direita, assim como a do fundo, é uma tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta) e a trepadeira com flores azuis arroxeadas é ipoméia (Ipomoea cairica) azul. Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
Caterina Poli / Divulgação
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Vista do corredor lateral, que liga a entrada da casa ao jardim. A cerca viva é tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta) e, a trepadeira, ipoméia (Ipomoea cairica) azul. A parede é forrada com unha-de-gato (Uncaria tomentosa). Sobre a cobertura da varanda, jasmim-estrela (Jasminum nitidum). Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
Caterina Poli / Divulgação
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A jabuticabeira (Myrciaria cauliflora) foi plantada em frente à varanda da sala, no jardim junto à piscina (que tem borda de piso cimentício, da Solarium, e revestimento interno de pastilhas Jatobá). No canteiro, ao pé da árvore, o "chumaço de moitas", à esquerda, é agapanto (Agapanthus Africanus) e o pequeno arbusto, azaléia branca (Rhododendron simsii). A árvore baixa esculpida ao lado do banco é Eugênia (Eugenia Sprengelii) e a trepadeira com flores lilás ao fundo é tumbérgia (Thumbergia). Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
Caterina Poli / Divulgação
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Piscina vista da varanda da sala de estar. A folhagem de porte médio, ao fundo, é tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta) e a trepadeira com flores azuis arroxeadas é ipoméia (Ipomoea cairica) azul. A folhagem no chão, sobre a grama, é agapanto (Agapanthus africanus). Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
Caterina Poli / Divulgação
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A jabuticabeira (Myrciaria cauliflora) foi plantada em frente à varanda da sala de estar, no jardim no jardim junto à piscina. Aos seus pés, o "chumaço de moitas" à esquerda, é agapanto (Agapanthus Africanus) e o pequeno arbusto, azaléia branca (Rhododendron simsii). A árvore baixa esculpida ao lado do banco é eugenia (Eugenia Sprengelii) e a trepadeira com flores lilás ao fundo é a tumbérgia (Thumbergia). Sobre o telhado, jasmim-estrela (Jasminum nitidum). Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
Caterina Poli / Divulgação
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Vista da varanda do estar em direção ao corredor lateral, que liga a entrada da casa ao jardim. A cerca viva é tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta) e, a trepadeira, ipoméia (Ipomoea cairica) azul. A parede é forrada com unha-de-gato (Uncaria tomentosa). Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
Caterina Poli / Divulgação
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A folhagem de porte médio junto ao muro é tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta) e a trepadeira com flores azuis arroxeadas é ipoméia (Ipomoea cairica) azul. Em primeiro plano, a folhagem no chão, sobre a grama, é agapanto (Agapanthus africanus)
Caterina Poli / Divulgação
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As espreguiçadeiras estão em frente à varanda da sala de estar. Ao fundo, a cerca viva é murta (Murraya paniculata) e a trepadeira, ipoméia (Ipomoea cairica) azul, cujas flores brotam são azuis e tornam-se arroxeadas. A folhagem em primeiro plano é agapanto (Agapanthus africanus). No vaso de cerâmica rústica, Eugênia (Eugenia Sprengelii). Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
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A piscinatem borda de piso cimentício, da Solarium, e revestimento interno de pastilhas Jatobá. Seu contorno dá dinamismo ao jardim, enquanto permite a formação de uma raia para natação junto ao muro, que é sublinhado por pés de tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta)
Caterina Poli / Divulgação
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A folhagem de porte médio, ao fundo, é tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta) e a trepadeira com flores azuis arroxeadas é ipoméia (Ipomoea cairica) azul. À esquerda da foto é possível ver as ramificações do tronco da jabuticabeira (Myrciaria cauliflora). A folhagem no chão, sobre a grama, é agapanto (Agapanthus africanus). Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
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Vista da varanda da sala de estar, ambientada com móveis de madeira. Ao fundo, a jabuticabeira (Myrciaria cauliflora). Do muro pendem trepadeiras da espécie ipoméia (Ipomoea cairica) azul, à direita, e tumbérgia (Thumbergia), de flores lilás, à esquerda
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Vista do corredor lateral no sentido da entrada da casa. Atrás do banco, os arbustos médios são camélias (Camellia japônica), a cerca viva, rente ao muro, é tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta) e a parede à esquerda é forrada com unha-de-gato (Uncaria tomentosa). Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
Caterina Poli / Divulgação
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Jardim de entrada da casa, com corredor lateral, que dá acesso à piscina, à direita. A folhagem à esquerda, em primeiro plano é falsa vinha (Parthenocissus). A árvore é uma jabuticabeira (Myrciaria cauliflora), plantada em um canteiro forrada com grama do tipo amendoim (Arachis repens). À direita, atrás do banco, uma cerca viva de camélias (Camellia japônica). Rente ao muro, a cerca viva é de tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta) e a parede inteira é forrada com unha-de-gato (Uncaria tomentosa). Projeto do escritório paulistano Grama e Flor
Caterina Poli / Divulgação
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Pisadas de granito indicam o caminho da piscina. A casa é contornada por palmeiras triangulares sobre pedriscos
Fabiano Cerchiari/UOL
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No fundo do jardim, Faisal criou um canto de contemplação, forrando o chão com pedrisco, contornado por grama preta e incluindo o banco balinês do acervo da família e o vaso cerâmico
Fabiano Cerchiari/UOL
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O projeto nasceu a partir desse vazio central, comprido e estreito, onde já estavam as palmeiras bem formadas. As samambaias que sobraram da composição da parede verde, na varanda, foram penduradas nos troncos das árvores e formaram uma nova composição. Arrematando a grama esmeralda ao centro, grama preta, e como bordadura do terreno as marias-sem-vergonha, colocadas a pedido da vovó. As pequenas flores garantiram um toque romântico. Encostados no muro, areca bambu e fórmios
Fabiano Cerchiari/UOL
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Para satisfazer a vontade da vovó, que teve presença decisória no projeto, Marcelo Faisal planejou a parede verde. Aproveitando a treliça de madeira, previamente instalada, encaixou os vasos com samambaias rendadas. À esquerda, a treliça serve como tutora para a tumbérgia
Fabiano Cerchiari/UOL
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Fundo do jardim, com muro coberto por falsa vinha e chão de grama esmeralda emoldurada por grama preta
Fabiano Cerchiari/UOL
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Os suculentos agaves do canteiro enfatizam o estilo tropical do jardim planejado por Faisal
Fabiano Cerchiari/UOL
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Outra vista da lateral da casa, aberta para o grande gramado. Repare nas palmeiras triangulares que protegem e dão maior privacidade aos ambientes internos com suas sombras. Do lado oposto, o muro é contornado por arecas bambus e formios. Grama preta e marias-sem-vergonha fazem a bordadura
Fabiano Cerchiari/UOL
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Os suculentos agaves do canteiro são contornados por grama preta, o que enfatiza o estilo tropical do jardim planejado por Faisal
Fabiano Cerchiari/UOL
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Conectada às áreas sociais através da varanda com piso em deck de madeira, a piscina teve a borda forrada em pedra são thomé, acompanhando o resto do projeto de paisagismo e contrastando com o revestimento azul interno. O vaso de cimento terracota com buxinho limita, ao fundo, o jardim principal, marcado pelas palmeiras pré-existentes
Fabiano Cerchiari/UOL
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A escada de dormentes, delimitada à esquerda por mini pândanos, leva aos fundos do jardim. A murada à direita é revestida por murta
Fabiano Cerchiari/UOL
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Eugênias podadas sobre pedriscos compõem com a jabuticabeira um dos canteiros. O muro coberto por falsa vinha e murtas faem as vezes de cerca viva
Fabiano Cerchiari/UOL
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No jardim das esculturas, mini pândanos (à esq.) e fórmios sobre grama preta se detacam na composição que ainda leva cicas ( ao fundo)
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A entrada da casa é marcada por formios sobre grama preta e pisadas de granito
Fabiano Cerchiari/UOL
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Na jabuticabeira há um bebedouro que atrai passarinhos
Fabiano Cerchiari/UOL
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Praça do Pergolado, criada por Mônica Rio Verde. A Casa Kids acontece paralelamente à Casa Cor SP. A mostra dá ênfase aos ambientes infantis e ao universo lúdico e pode ser visitada até 12 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo. Há programações especiais para a criançada aos fins de semana
Marco Pinto/UOL
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Praça do Pergolado, criada por Mônica Rio Verde. A Casa Kids acontece paralelamente à Casa Cor SP. A mostra dá ênfase aos ambientes infantis e ao universo lúdico e pode ser visitada até 12 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo. Há programações especiais para a criançada aos fins de semana
Marco Pinto/UOL
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Elementos lúdicos e sustentáveis fazem parte da Praça do Pergolado criada por Mônica Rio Verde. A Casa Kids acontece paralelamente à Casa Cor SP. A mostra dá ênfase aos ambientes infantis e ao universo lúdico e pode ser visitada até 12 de julho de 2011, no Jockey Club de São Paulo. Há programações especiais para a criançada aos fins de semana
Marco Pinto/UOL
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Detalhe do jardim de entrada, projetado pelo paisagista Marcelo Faisal. A 1ª Hyundai Mostra Black, em São Paulo, tem lugar em um casarão construído na década de 1940, na rua Groelândia. O evento está aberto à visitação de 22 de junho a 17 de julho de 2011
Kátia Kuwabara/UOL
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Jardim de Marcelo Faisal, iluminado ao cair da noite. A 1ª Hyundai Mostra Black, em São Paulo, tem lugar em um casarão construído na década de 1940, na rua Groelândia. O evento está aberto à visitação de 22 de junho a 17 de julho de 2011
Kátia Kuwabara/UOL
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A Fazenda Cachoeira, em Cabreúva (SP), tem projeto paisagístico de Gilberto Elkis. O arquiteto elegeu o estilo provençal para os jardins, que exibem vegetação em poda, fontes e pedras definindo caminhos. As escadas também ganham vasos e arbustos
Tuca Reinés / Divulgação
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Jardim de Entrada da Casa criado por Andréa Santos Vianna para a 18ª edição da Casa Cor Paraná, aberta ao público de 10 de junho a 19 de julho de 2011, em Curitiba
Divulgação/Casa Cor Paraná
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Jardim criado por Rosângela Sabbag para a 18ª edição da Casa Cor Paraná, aberta ao público de 10 de junho a 19 de julho de 2011, em Curitiba
Divulgação/Casa Cor Paraná
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Praça Casa Cor Paraná desenvolvida por Nadia Bentz e Vanderlan Farias para a 18ª edição da Casa Cor Paraná, aberta ao público de 10 de junho a 19 de julho de 2011, em Curitiba
Heuler Andrey/UOL
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Na entrada principal da casa projetada por Monica Drucker, em São Paulo, uma escultura de cobre recebe os visitantes, que entram na construção pela grande porta pivotante de Angelim maciço, executada por Estevão Toledo. O pórtico em balanço participa do jogo de diferentes alturas das lajes internas, com altura máxima de pé-direito de 4 m. Ao fundo, à direita, a área de lazer com piscina e churrasqueira
João Ribeiro / Divulgação
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Na entrada principal da casa projetada por Monica Drucker, em São Paulo, uma escultura de cobre recebe os visitantes, que entram na construção pela grande porta pivotante de Angelim maciço, executada por Estevão Toledo. O pórtico em balanço participa do jogo de diferentes alturas das lajes internas, com altura máxima de pé-direito de 4 m. Ao fundo, à direita, a área de lazer com piscina e churrasqueira
João Ribeiro / Divulgação
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Um jardim com bambus envolve os panos de vidro da casa no Morumbi, em São Paulo, projeto de Monica Drucker. As diferentes alturas de pé-direito participam da forte geometria formal da construção, cujo fechamento com vidros garante a ampla integração entre interiores e exterior
João Ribeiro / Divulgação
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Divulgação/Royal Horticultural Society
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Partindo do pressuposto que as paisagens urbanas oferecem poucas plantas e flores, o projeto "Miracle Gro" criado por Geoffrey Whiten proporciona a oportunidade para que as crianças possam cultivar flores e aprender sobre (e com) o desenvolvimento dos vegetais. O jardim bucólico conquistou uma medalha vermeil na categoria "Generation Gardens" do Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Assim como no "Miracle Gro - Flowers", o escritório The Garden Design Centre, projetou um jardim frutífero em que as crianças de um colégio pudessem cultivar plantas frutíferas e hotaliças. O ambiente "Miracle Gro - Fruits" também propõe uma mudança na paisagem urbana. O jardim conquistou uma medalha vermeil na categoria "Generation Gardens" do Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Criado por Cleve West, o jardim patrocinado pelo jornal Daily Telegraph venceu a medalha de ouro na categoria "Show Gardens" do Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra. O projeto se baseia na justaposição de materiais modernos e tradicionais. As plantas e a forma como os elementos do jardim foram dispostos sugerem que ele mude com o tempo pela simples ação da natureza
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Assinado por William Quarmby (Quarmby Landscaping & Design), o jardim "Basildon Bond" é uma homenagem aos 100 anos da homônima marca de artigos para papelaria. Quarmby criou uma atmosfera para pessoas que escrevem cartas. O ambiente recebeu uma medalha de bronze na categoria "Artisan Gardens" na edição 2011 do Chelsea Flower Show, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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O jardim "Postcard from Wales" recria a ambientação campestre do País de Gales. O ambiente foi criado por Kati Crome & Maggie Hughes e venceu uma medalha de ouro na categoria "Artesan Garden" do Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Assinado por William Quarmby (Quarmby Landscaping & Design), o jardim "Basildon Bond" é uma homenagem aos 100 anos da homônima marca de artigos para papelaria. Quarmby criou uma atmosfera para pessoas que escrevem cartas. O ambiente recebeu uma medalha de bronze na categoria "Artisan Gardens" na edição 2011 do Chelsea Flower Show, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Criado pela Nigel Dunnett & The Landscape Agency e com patrocínio de um banco canadense o jardim "RBC - New Wild Garden" tem como ponto de atração um estúdio criado à partir de um container que recebeu um telhado vivo. O projeto recebeu uma medalha vermeil na categoria "Show Gardens" do Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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O projeto de Ysgol Bryn Castell em companhia dos alunos da escolar de horticultura Heronsbridge propõe um jardim ambientado nos Vales de Gales em 1947. No ambiente, as crianças, simbolizadas pelos brinquedos, crescem em meio ao cultivo das frutas, hortaliças e flores. O espaço faz parte da edição 2011 do Chelsea Flower Show, na Inglaterra, e conquistou uma medalha de prata na categoria "Artisan Gardens" da mostra de jardinagem
Divulgação/Royal Horticultural Society
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O jardim patrocinado pela fundação Cancer Research UK foi criado por Robert Myers e tem como tema a sobrevivência. O projeto conquistou uma medalha vermeil na categoria "Show Gardens" da edição 2011 do Chelsea Flower Show, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Assim como no "Miracle Gro - Flowers", o escritório The Garden Design Centre, projetou um jardim frutífero em que as crianças de um colégio pudessem cultivar plantas frutíferas e hotaliças. O ambiente "Miracle Gro - Fruits" também propõe uma mudança na paisagem urbana. O jardim conquistou uma medalha vermeil na categoria "Generation Gardens" do Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Patrocinado pelo principado de Mônaco, o jardim que leva o nome do Estado foi projetado por Sarah Eberle para a edição 2011 do Chelsea Flower Show, na Inglaterra. O espaço é baseado no próprio principado e na relação entre arquitetura e a paisagem do local. O jardim é um dos vencedores da medalha de ouro da exposição Chelsea Flower Show 2011, na categoria "Show Gardens"
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Criado por Gillespies, o jardim celebra a arte e as paisagens do condado inglês de Yorkshire. As plantas e a superfície utilizadas na ambientação são uma clara referência aos campos do local. O jardim conquistou a medalha de prata na categoria "Artisan Gardens" da mostra Chelsea Flower Show, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Partindo do pressuposto que as paisagens urbanas oferecem poucas plantas e flores, o projeto "Miracle Gro" criado por Geoffrey Whiten proporciona a oportunidade para que as crianças possam cultivar flores e aprender sobre (e com) o desenvolvimento dos vegetais. O jardim bucólico conquistou uma medalha vermeil na categoria "Generation Gardens" do Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
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O "Literary Garden" foi projetado como um refúgio para um poeta, onde trechos de obras são esculpidos em mourões de cercas e outros suportes. Os responsáveis pelo espaço são Martin Cook e Bonnie Davies. O ambiente do Chelsea Flower Show 2011 faturou uma medalha vermeil na categoria "Artesan Garden"
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Val Christman criou um jardim baseado nas plantas, técnicas e composições que a empresa James Pulham & Sons utilizou em 1913. Na época, a Pulham era uma iminente criadora de belos jardins. O projeto venceu uma medalha de bronze na categoria "Generation Gardens" do Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
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Patrocinado pelo Cork City Council e desenvolvido por Diarmuid Gavin, o Irish Sky tem várias referências, entre as quais, o animador Richie Baneham responsável pelos efeitos visuais do filme "Avatar". O destaque são as gramíneas, bambus e árvores plantados em ondas nos contornos dos espelhos d'água sob a plataforma suspensa. O jardim faz parte da mostra Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Patrocinado pelo Cork City Council e desenvolvido por Diarmuid Gavin, o Irish Sky tem várias referências, entre as quais, o animador Richie Baneham responsável pelos efeitos visuais do filme "Avatar". O destaque são as gramíneas, bambus e árvores plantados em ondas nos contornos dos espelhos d'água sob a plataforma suspensa. O jardim faz parte da mostra Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Criado por Luciano Giubbilei o jardim "Nature & Human Intervention" busca a contemplação através de um ambiente romântico na mostra de jardinagem Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Criado por Jihae Hwang (Muum), o jardim "Hae-woo-so" usa a estética vintage da casinha e as flores silvestres para ambientação do espaço. O nome do jardim refere-se a uma palavra coreana que identifica o banheiro. Segundo a descrição do espaço, a inspiração para o jardim vem de uma antiga crença coreana que acreditava que o uso do banheiro era uma experiência catártica de elevação espiritual. O projeto venceu uma medalha d e ouro na categoria "Artesan Gardens" no Chelsea Flower Show 2011
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Vencedor de uma medalha de prata na categoria "Artisan Gardens", o jardim "Fever Tree" planejado por Stephen Hall (Stephen Hall Design) tem uma casa na árvore feita com a madeira da Cinchona calisaya e cercada por um pomar com citrinos, gengibre e ervas. Da Cinchona se extrai o quinino usado no tratamento da malária. O espaço em exposição no Chelsea Flower Show 2011 enfatisa ainda outras plantas medicinais
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Vencedor de uma medalha de prata na categoria "Artisan Gardens", o jardim "Fever Tree" planejado por Stephen Hall (Stephen Hall Design) tem uma casa na árvore feita com a madeira da Cinchona calisaya e cercada por um pomar com citrinos, gengibre e ervas. Da Cinchona se extrai o quinino usado no tratamento da malária. O espaço em exposição no Chelsea Flower Show 2011 enfatisa ainda outras plantas medicinais
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Desenhado pela DeakinLock Garden Design e com patrocínio conjunto do jornal britânico The Sun e do viveiro John Woods, o "Fruitful Garden" dá a ideia de um jardim "de casa". O projeto prevê um local onde plantas ornamentais e frutíferas convivem e refletem a personalidade de seu proprietário como em uma casa habitável. O ambiente conquistou uma medalha vermeil na categoria "Generation Gardens" do Chelsea Flower Show 2011, Na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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A Leeds City Council desenvolveu um jardim que enfatiza a importância da água para o desenvolvimento industrial da região inglesa de Leeds. A ambietação ganhou a medalha de ouro na categoria "Show Gardens" da edição 2011 do Chelsea Flower Show, na Inglaterra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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O "Times Eureka Garden", uma parceria entre o jornal britânico The Times e o Jardim Botânico Real, foi assinado por Marcus Barnett. O espaço no Chelsea Flower Show 2011, na Inglaterra, reuniu plantas belas e úteis cientificamente. O pavilhão que compõe o jardim, por sua vez, foi inspirado nas estruturas celulares das plantas e tem projeto da NEX Architecture
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Em homenagem ao botânico Sir Joseph Banks, membro fundador da Royal Horticultural Society (RHS), o paisagista australiano Ian Barker criou um jardim com o apoio do viveiro Fleming que há sete anos participa do Chelsea Flower Show, na Inglaterra. O ambiente é inspirado em uma viagem exploratória feita pelo cientista entre 1768 e 1771. A RHS é responsável pela organização da mostra
Divulgação/Royal Horticultural Society
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Pessoas observam o Jardim "Nong Nooch Tropical" que representa a Tailândia na mostra Chelsea Flower Show organizada pela Royal Horticultural Society, em Londres (25/05/2011). A primeira exposição de primavera apresentada pela Royal Horticultural Society data de 1862
Lewis Whyld/AP
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Jardineiro trabalha na preparação do jardim "B&Q" para a exposição de paisagismo e jardinagem "Chelsea Flower" em Londres, Inglaterra (22/05/2011)
Sang Tan/AP
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Visitantes observam os canteiros de begonias (à frente) durante a edição 2011 do Chelsea Flower Show, em Londres, Inglaterra (24/05/2011)
Ian Nicholson/AP
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Flores da espécie Lupinus polyphyllus compõem um dos canteiros do Chelsea Flower Show em Londres, Inglaterra (23/05/2011)
Ben Stansall/AFP
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Abelhas voam ao redor de uma flor do gênero Allium durante a mostra "Chelsea Flower" em Londres, Inglaterra (23/05/2011)
Ben Stansall/AFP
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Jardineiro trabalha no jardim da "British Heart Foundation" no Chelsea Flower Show 2011 em Londres, Inglaterra. A mostra de paisagismo acontece uma vez por ano desde o século 19 atraindo milhares de visitantes (23/05/2011)
Sang Tan/AP
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O paisagista James Wong (à esq.) dá os últimos retoques no jardim que tem inspiração na Malásia para a edição 2011 do Chelsea Flower Show em Londres, Inglaterra (23/05/2011)
Sang Tan/AP
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Um homem fotografa as flores expostas na mostra de paisagismo e jardinagem "Chelsea Flower" em Londres, Inglaterra (23/05/2011)
Ben Stansall/AFP
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Paisagista dá os acertos finais ao "Literary Garden" no Chelsea Flower Show em Londres, Inglaterra (23/05/2011)
Sang Tan/AP
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A paisagista Fabiana Bellini elaborou o projeto do jardim da varanda para a 115ª Casa Cor Goiás, em Goiânia. A ideia era criar um espaço "com cara de mata". A mostra fica em cartaz de 13 de maio a 21 de junho na Avenida T-2, nº 299, no Setor Bueno da capital do estado
Ricardo Lima/ Divulgação
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Estreantes na Casa Cor Goiás, os paisagistas Gabriel Domingues Souza e Cleber Depieri assinam o jardim da fachada. O espaço formal e moderno é composto por plantas exuberantes e de baixa manutenção, iluminadas individualmente. A 15ª Casa Cor Goiás, em Goiânia, fica em cartaz de 13 de maio a 21 de junho na Avenida T-2, nº 299, no Setor Bueno da capital do estado
Ricardo Lima/ Divulgação
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A mandala de ladrilho hidráulico instalada no painel de tijolos é assinada pela proprietária
Divulgação
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Vista da escada externa que leva do jardim ao terraço junto à suíte, no pavimento superior
Divulgação
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Vista do jardim sob a escada externa que leva ao terraço junto à suíte, no pavimento superior
Divulgação
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O pátio interno da casa SALC oferece um lugar agradável para o café da manhã ao ar livre. A área é ligada ao interior da residência pelos grandes painéis corrediços em vidro
Bebete Viégas/Divulgação
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O bloco dos dormitórios corta o volume do estar e está apoiado em somente dois pilares. O fechamento com painéis de vidro e de brises de madeira tem controle remoto e, quando abertos, transformam os ambientes em grandes varandas
Nelson Kon / UOL
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A arquitetura da casa de Santa Tereza reúne os elementos que marcam a obra de Angelo Bucci, absorvidos de mestres da arquitetura moderna brasileira, como Paulo Mendes da Rocha e Villanova Artigas: a valorização da estrutura e da função dos espaços
Nelson Kon / UOL
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Vista da piscina instalada no platô superior e do volume dos dormitórios, no platô inferior
Nelson Kon / UOL
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Paisagismo de Benedito Abbud para casa de campo em Ibiúna (SP) previu amplas áreas gramadas. Para esses locais a espécie escolhida foi a esmeralda (Zoysia japônica)
Divulgação
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Gramas batatais, nativas do Brasil, e esmeralda, originárias do Japão, compõem os jardins do Instituto Inhotim em Brumadinho (MG)
Eduardo Eckenfels/Divulgação
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Versátil e resistente, a grama esmeralda serve de base para o jardim dessa residência. Projeto da paisagista Ivani Kubo
Divulgação
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Versátil e resistente, a grama esmeralda serve de base para o jardim dessa residência. Projeto da paisagista Ivani Kubo
Divulgação
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Projetada no ponto mais alto do terreno e de face para o nascente, a casa tem todos seus ambientes ensolarados e ventilados
Fran Parente/UOL
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No piso intermediário está a suíte do casal, ao lado da ampla varanda para a qual se abrem os espaços de estar, jantar e churrasqueira. Portas de correr de vidro (Vidrocampos), com esquadrias de madeira separam os ambientes sociais da varanda. Guarda-corpo de madeira, aço e cabos de aço estendidos protegem a varanda (e também as escadas). No piso inferior, os dois dormitórios de hóspedes que se abrem para a área ajardinada (Grama e Flor), ao lado das aberturas envidraçadas da sala de jogos e da entrada social. Na frente, em meio ao gramado, localiza-se o SPA sobre uma plataforma de concreto
João Frizzo/Divulgação
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Em primeiro plano, a piscina e a varanda da sala de estar. Ao fundo, a varanda da sala de jantar, no nível superior. As altas aberturas envidraçadas conferem imponência à construção
Patricia Cardoso / Divulgação
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O objetivo deste caminho foi criar um efeito visual de "abrir e fechar", fazendo com que o jardim seja sempre uma surpresa, e não estático. Por isso há uma mescla de espécies com diferentes volumes, texturas e tamanhos. Do lado esquerdo, um maciço de murtas (Murraya exótica) e Nandina domestica dando privacidade à churrasqueira. Além de árvores como Bauhinia cândida, jasmim-manga (Plumeria rubra) e extremosa (Lagerstroemia Indica). Do lado direito, rente ao muro guarda-corpos do edifício, a formium folhas verdes (Formium tenax), a Syngonium Podophyllum do tipo Albo-virens e o Podocarpus maki
Marco Pinto/UOL
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À esquerda, em primeiro plano está o arbusto moréia bicolor ou olho-de-tigre (Dietes bicolor), com florzinhas brancas. O canteiro verde, de vegetação mais baixa, é camará (Lantana camara). A ideia foi criar cor e textura, sem esconder a piscina, evitando espécies que soltem folhas, para não sujar a superfície da água e a área próxima
Marco Pinto/UOL
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O objetivo aqui foi criar um efeito visual de "abrir e fechar", fazendo com que o jardim seja sempre uma surpresa, e não estático. Por isso há uma mescla de espécies com diferentes volumes, texturas e tamanhos. Do lado esquerdo, um maciço de murtas (Murraya exótica) e Nandina domestica dando privacidade à churrasqueira. Além de árvores como Bauhinia cândida, jasmim-manga (Plumeria rubra) e extremosa (Lagerstroemia indica). Do lado direito, rente ao muro guarda-corpos do edifício, a formium folhas ferdes (Formium tenax), a Syngonium Podophyllum do tipo Albo-virens e o Podocarpus maki
Marco Pinto/UOL
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Esta área fica ao lado do espaço zen (repare no telhado), então o projeto paisagístico priorizou arbustos e arvoretas para tornar o local mais discreto e tranquilo para quem estiver nele. Em primeiro plano bambu-mussô,Dizigotheca e espirradeira (Nerium oleander). No centro, a agave dragão (Agave attenuata). A forração é de pedriscos e grama-preta (Ophiopogum japonicum)
Marco Pinto/UOL
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As espécies deste canteiro que ladeia o deck da piscina são arbustos: o mais alto é moréia bicolor ou olho-de-tigre (Dietes bicolor) e a mais baixa camará (Lantana camara). A ideia foi criar cor e textura sem esconder a piscina, evitando espécies que soltem folhas e prejudiquem a limpeza da água e do deck
Marco Pinto/UOL
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Esta abertura foi projetada a partir da idéia de diversidade de espaços e visuais, como uma pequena praça, um local de estar. Destaque para os bancos, e as árvores de pequeno porte como o jasmim-manga (Plumeria rubra) e a extremosa (Lagerstroemia indica). Do lado direito a parede de vidro não foi completamente tampada: o projeto previa algumas aberturas para arejar, por isso foram mescladas com formium folhas verdes (Formium tenax), Syngonium podophyllumdo tipo Albo-virens e Podocarpus maki, rente ao muro, em forma de pinheiros delicados
Marco Pinto/UOL
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A cerca viva à direita -- composta por falsa-murta (Murraya exótica) -- está rente ao muro guarda-corpo do edifício. Esta espécie foi escolhida por ter uma manutenção simples, de poda fácil, por isso não atrapalha o caminho. Ao fundo, dando contraste com folhas maiores, o formium folhas verdes (Formium tenax)
Marco Pinto/UOL
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A palmeira à direita, próxima à piscina, é uma areca-bambu (Dypsis utescens). O objetivo da escolha foi trazer privacidade para a área da piscina. O arbusto pendente no canteiro é flor de coral (Russelia equisetiformis), muito apreciada por beija-flores. Atrás das cadeiras, papiros (Cyperus papirus). O piso elevado é feito de placas cimentícias, projetadas por um dos proprietários do condomínio que é engenheiro civil
Marco Pinto/UOL
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As palmeiras em primeiro plano são da mesma espécie que as plantadas perto da piscina, a areca-bambu (Dypsis Lutescens), muito adequadas para jardins sobre laje
Marco Pinto/UOL
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Ao fundo foi composto um maciço de espirradeira (Nerium oleander), para dar contraste e sombra. A espécie é adequada para ser plantada em coberturas pelo seu pequeno porte e pela pouca profundidade de terra das jardineiras. As florzinhas vermelhas, em primeiro plano, são frutos da Nandina doméstica. As miudinhas no canteiro à direita são flores de fácil manutenção como a Serissa fétida e as árvores finas atrás são um conjunto de extremosa (Lagerstroemia indica), também de pequeno porte
Marco Pinto/UOL
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Jardim próximo à porta da sala de ginástica. Ao fundo, um maciço de espirradeira (Nerium oleander), para dar contraste e sombra. A espécie é adequada para ser plantada em coberturas pelo seu pequeno porte e pela pouca profundidade de terra das jardineiras. As flores miudinhas no canteiro à direita são de fácil manutenção como a Serissa fétida. A hera na parede é falsa-vinha ou vinha virgem (Ampelopsis veitchii), para quebrar o aspecto sisudo das paredes
Marco Pinto/UOL
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Outro ângulo da varanda de descanso ou espaço zen, que foi criada a partir de um gazebo, mais afastado da piscina para garantir silêncio e sossego. A ideia foi desenvolver um ambiente diferenciado em toda a área. Para tornar o lugar mais discreto foram escolhidos arbustos e arvoretas como bambu-mussô (arvorezinhas delicadas ao fundo), Dizigothecas, azaléias (Rhododendron simsii), à direita com flores e agave-dragão (Agave attenuata), que estão em volta do vaso de cerâmica. A forração dessa parte do jardim é de pedriscos e grama-preta (Ophiopogum japonicum)
Marco Pinto/UOL
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A varanda de descanso, denominada espaço zen, foi criada a partir de um gazebo, mais afastado da piscina para garantir silêncio e sossego. A ideia foi desenvolver um ambiente diferenciado em toda a área. Para tornar o lugar mais discreto foram escolhidos arbustos e arvoretas como as azaléias (Rhododendron simsii), flores ao fundo. A forração dessa parte do jardim é de pedriscos e grama-preta (Ophiopogum japonicum)
Marco Pinto/UOL
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O banco de madeira foi projetado junto às jardineiras para que as pessoas possam sentar, apreciar o jardim, a vista da cobertura ou ler. As espécies foram escolhidas para dar diversidade de cores e texturas, como o formium folhas verdes (Formium tenax), o Syngonium podophyllum do tipo Albo-virens e a Podocarpus maki
Marco Pinto/UOL
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Em primeiro plano, à esquerda, está aStrelitzia augusta, bastante viçosa e com um formato singular. Foi escolhida por suas folhas grandes, que contrastam com as demais. Ao fundo, próximo à piscina está a palmeira areca-bambu (Dypsis lutescens)
Marco Pinto/UOL
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À esquerda, a planta de folhas grandes é a Strelitzia augusta e a de folhas pequenas, a alamanda (Allamanda cathartica). À direita da foto, a palmeira areca-bambu (Dypsis lutescens), mesma espécie plantada próximo à piscina
Marco Pinto/UOL
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"O nosso principal objetivo foi criar espaços verdes, indispensáveis para o bem-estar das pessoas, e, ao mesmo tempo, utilizar a vegetação de maneira irregular, como acontece na natureza", explica a arquiteta Christiane Ribeiro, uma das autoras do projeto
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Este gazebo - com estrutura de madeira e vidro e coberto com telhas de madeira - é o cantinho mais reservado do jardim. Sobre o deck, o vaso de cerâmica abriga camarão-vermelho (Justicia brandegeana). À direita, as florzinhas coloridas são beijinho, também conhecidas como maria-sem-vergonha anã (Impatiens walleriana "Nana") e junto ao gazebo, as palmeiras fênix (Phoenix roebelenii) e folhagens como a alpínia (Alpinea zerumbet). À esquerda, rentes ao vidro, folhagens de meia sombra (Calathea zebrina) e o arbusto, ao lado do caminho de dormentes, é jasmim dama-da-noite (Cestrum nocturnum) podado. As espécies pendentes são um toque pessoal da proprietária, que foi acrescentando os vasos aos poucos. As esculturas metálicas são assinadas pela artista plástica Gabi Faltay de Castro, feitas especialmente para os donos da casa
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Esse paisagismo foi pensado e executado de maneira que o resultado criasse uma paisagem integrando plantas, piscina e elementos arquitetônicos, como a mureta de pedras, o piso e deck. "A proposta foi desenvolver uma paisagem mesmo, como se fosse um quadro, que pudesse ser visto de diversos pontos do interior da casa, e, logicamente, por quem passeia pelo jardim", diz Geiser
Rodolfo Geiser/Divulgação
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O paisagismo dessa residência contemplou toda área externa da propriedade de 1.500 m², onde foram projetados gazebo, deck, piscina com cascata, caminhos charmosos, pisos diferentes, iluminação, bancos, espelho d'água, pérgula e claro, árvores e vegetação exuberante e com perfume
Rodolfo Geiser/Divulgação
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A água que cai da cascata, surgindo do morrote projetado, cai em num pequeno "lago" com 40 cm de profundidade - que é utilizado como piscina infantil - para depois chegar à piscina
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Esse paisagismo foi pensado e executado de maneira que o resultado criasse uma paisagem integrando plantas, piscina e elementos arquitetônicos, como a mureta de pedras, o piso e deck. "A proposta foi desenvolver uma paisagem mesmo, como se fosse um quadro, que pudesse ser visto de diversos pontos do interior da casa, e, logicamente, por quem passeia pelo jardim", diz Rodolfo Geiser
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Um ângulo de 360 graus de volumes e texturas verdes - que permitem efeitos visuais a cada instante e controle do microclima - marca o projeto paisagístico da arquiteta Christiane Ribeiro e do engenheiro agrônomo Rodolfo Geiser para uma residência em Tamboré, bairro nobre de Barueri, município do interior paulista, a 30 km de São Paulo
Rodolfo Geiser/Divulgação
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O bosque ao fundo, que é uma faixa de área comum do condomínio, foi projetado pela Rodolfo Geiser Paisagismo e Meio Ambiente. O dono da casa "adotou" essa área e fez um reflorestamento, o que foi ideal para criar um fundo verde para o jardim. No total foram plantadas mais de 20 espécies, entre elas frutíferas, avi-fauna, nativas e exóticas. As palmeiras do jardim são árvore do viajante (Ravenala madagascariensis) e a folhagem branca é um resedá (Lagerstroemia indica). A escultura verde atrás do banco é clúsia (Clusia fluminensis) e foi plantada para dar vida e movimento entre a piscina e o caminho junto ao muro de pedras
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Este caminho é um acesso lateral da casa, bastante usado. A cerca viva à esquerda é nandina (Nandina domestica) com forração de lírio-de-um-dia (Hemerocallis). A espécie à direita com flores alaranjadas nas extremidades é estrelitzia (Strelitzia reginae). Mais ao fundo, à direita, a folhagem rasteira, também com flores alaranjadas, plantada na base da parede de pedra, é helicônia-papagaio (Heliconia psittacorum). A árvore em primeiro plano é resedá de flor branca (Lagerstroemia indica). O caminho foi feito com pedra são tomé branca e nas laterais, cacos de arenito amarelo e seixos. Os balizadores de cerâmica produzem uma iluminação discreta e elegante ao jardim
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Em primeiro plano, a ornamental estrelitzia (Strelitzia reginae), com flores alaranjadas, e o resedá de flor branca (Lagerstroemia indica) - árvore de pequeno porte muito adequada para jardins. Estas duas espécies "quebram" o verde maciço desta área. A cerca viva em cima do muro é murta de cheiro (Murraya exótica) e a palmeira ao fundo é árvore-do-viajante (Ravenala madagascariensis)
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Esta foto mostra bem um dos objetivos principais deste projeto paisagístico: criar um entorno verde ao redor da piscina e cascata, e também do fundo do lote, permitindo efeitos visuais a cada instante e controle do microclima. Este arbusto, em primeiro plano, é jasmim dama-da-noite (Cestrum nocturnum) podado. As palmeiras atrás do jasmim são washingtônia robusta (Washingtonia robusta)
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Este gazebo - com estrutura de madeira e vidro e coberto com telhas de madeira - é o cantinho mais reservado do jardim. Sobre o deck, o vaso de cerâmica abriga camarão-vermelho (Justicia brandegeana). À direita, as florzinhas coloridas são beijinho, também conhecidas como maria-sem-vergonha anã (Impatiens walleriana "Nana") e junto ao gazebo, as palmeiras fênix (Phoenix roebelenii) e folhagens como a alpínia (Alpinea zerumbet). À esquerda, rentes ao vidro, folhagens de meia sombra (Calathea zebrina) e o arbusto, ao lado do caminho de dormentes, é jasmim dama-da-noite (Cestrum nocturnum) podado. As espécies pendentes são um toque pessoal da proprietária, que foi acrescentando os vasos aos poucos. As esculturas metálicas são assinadas pela artista plástica Gabi Faltay de Castro, feitas especialmente para os donos da casa
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Este pequeno caminho com dormentes de madeira liga a garagem à entrada de serviço, na lateral da casa. Como os telhados não têm calhas, foram feitas estas canaletas preenchidas com cacos de arenito, para reter a água das chuvas. A vegetação rasteira à direita é falso-íris-roxo (Neomarica caerulea) e junto à parede, também à direita, a pequena folhagem de ramos delicados, é leia-rubra (Leea rubra). Do lado esquerdo, o arbusto esculpido é clúsia (clusia fluminensis) e perto do portão, azaléia de flor branca (Rhododendron simsii). As flores cor de rosa sobre o portão são trepadeira sete-léguas (Pandorea ricasoliana), que foi plantada junto à cerca de divisa do lote
Rodolfo Geiser/Divulgação
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Vista do jardim com a piscina a partir do gazebo. Bem próximo à porta, o vaso de cerâmica com camarão-vermelho (Justicia brandegeana). Ao fundo, em um horizonte de diversos volumes e texturas verdes, destaque para a bela resedá de flor branca (Lagerstroemia indica) e a escultura de clúsia (Clusia fluminensis)
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Entrada principal da casa, com uma pérgula. A espécie cor de vinho, junto a parede, é leia-rubra (Leea rubra). À frente, em primeiro plano, a orquídea-bambu ou arundina (Arundina bambusifoli). As flores lilás, à esquerda, são agapantos (Agapanthus umbellatos). A forração embaixo das folhagens é amendoim rasteiro (Arachis repens) e a trepadeira da pérgula é clerodendro vermelho (Clerodendron splendens). Um maciço de margarida de paris (Crysanthemun frutescens) compõe a cerca viva à direita. Essa combinação de espécies foi escolhida para dar privacidade a casa, além de criar texturas e cores e embelezar o espaço entre a entrada e a garagem
Rodolfo Geiser/Divulgação
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O jardim da artista fluminense Beatriz Milhazes no Festival de Jardins do MAM-SP`. Ela criou um sol com mais de 1.500 girassóis
Alessandro Shinoda/Folhapress
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Ao todo, o evento tem nove jardins de 200 m², distribuídos em torno da marquise projetada por Oscar Niemeyer, onde está localizado o Museu de Arte Moderna de São Paulo. Na foto, os dois conjuntos de mandacarus plantados pelo artista paulistano Pazé, que possuem esferas vermelhas com iluminação interna, mimetizando os frutos naturais dessa planta. Para o artista, esses cactos isolados compõem uma visão fantástica, que contrasta a secura típica da caatinga brasileira com o potencial alimentar do mandacaru
Alessandro Shinoda/Folhapress
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Para a criação dos espaços, os participantes se inspiraram no tema alimentação, que foi interpretado em dois sentidos: alimentação do corpo ou do espírito. Na foto, o jardim do paisagista de origem argelina Erik Borja. Apropriando-se de símbolos da cultura oriental, ele cria um espaço em que uma estrutura de metal bruto forma o ideograma chinês Hé, que significa cereal, base da alimentação na China
Alessandro Shinoda/Folhapress
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O evento acontece nos arredores do MAM no Parque do Ibirapuera, que fica na Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3, São Paulo (SP). Na foto, o jardim do artista Ernesto Neto e de sua mãe, a paisagista Daisy Cabral Nogueira, ambos cariocas, Batizado de "Ovogênese, jardim", é delimitado por um caminho sinuoso, cujo desenho forma uma entrada única para o centro do jardim, que visto de cima se assemelha a um feto em gestação
Alessandro Shinoda/Folhapress
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Os jardins podem ser visitados diariamente, das 5h às 22h (horário de visitação do parque). A entrada é franca. Na foto, uma composição de tecidos é delimitada por árvores e cerca vegetal na obra dos paisagistas franceses Michel Racine e Béatrice Saurel. Os elementos de tecido retomam a tradição europeia de amarrar tiras de roupa de uma pessoa doente numa árvore, pela crença no seu poder de cura
Alessandro Shinoda/Folhapress
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O Festival de Jardins do MAM pode ser visitado entre 22 de setembro a 31 de dezembro de 2010. Na foto, o jardim do artista Ernesto Neto e de sua mãe, a paisagista Daisy Cabral Nogueira, ambos cariocas, Batizado de "Ovogênese, jardim", é delimitado por um caminho sinuoso, cujo desenho forma uma entrada única para o centro do jardim, que visto de cima se assemelha a um feto em gestação
Alessandro Shinoda/Folhapress
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O Festival Internacional de Jardins de Chaumont-sur-Loire, ganha pela primeira vez versão fora da França, promovida pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo, a partir desta quarta-feira (22/09/2010), no Parque do Ibirapuera. O evento terá jardins criados por paisagistas franceses e artistas brasileiros. Na foto, o trabalho do paulistano Pazé
Alessandro Shinoda/Folhapress
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O evento acontece nos arredores do MAM no Parque do Ibirapuera, que fica na Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3, São Paulo (SP). Na foto, o jardim criado pelo paisagista francês Louis Benech. No formato de um labirinto, tem estrutura circular dividida por pés de milho, entremeados por árvores frutíferas. No entanto, as árvores e plantas frondosas criam obstáculos para o visitante, como num pomar que se fechasse sobre si mesmo, causando a sensação de estar perdido como nos antigos labirintos de plantas de castelos e afins
Alessandro Shinoda/Folhapress
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Os jardins podem ser visitados diariamente, das 5h às 22h (horário de visitação do parque). A entrada é franca. Na foto, o jardim criado pelo paisagista francês Louis Benech. No formato de um labirinto, tem estrutura circular dividida por pés de milho, entremeados por árvores frutíferas. No entanto, as árvores e plantas frondosas criam obstáculos para o visitante, como num pomar que se fechasse sobre si mesmo, causando a sensação de estar perdido como nos antigos labirintos de plantas de castelos e afins
Alessandro Shinoda/Folhapress
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Ao todo, o evento tem nove jardins de 200 m², distribuídos em torno da marquise projetada por Oscar Niemeyer, onde está localizado o Museu de Arte Moderna de São Paulo. Na foto, o jardim criado pelo paisagista francês Louis Benech. No formato de um labirinto, tem estrutura circular dividida por pés de milho, entremeados por árvores frutíferas. No entanto, as árvores e plantas frondosas criam obstáculos para o visitante, como num pomar que se fechasse sobre si mesmo, causando a sensação de estar perdido como nos antigos labirintos de plantas de castelos e afins
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O evento acontece nos arredores do MAM no Parque do Ibirapuera, que fica na Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3, São Paulo (SP). Na foto, o jardim de Christine e Michel Pena. O casal de paisagistas franceses criou o "Le jardin amuse-guele" (em livre tradução, "O jardim aperitivo"), simulando uma toalha de piquenique que remete a hábitos de alimentação locais
Alessandro Shinoda/Folhapress
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Para a criação dos espaços, os participantes se inspiraram no tema alimentação, que foi interpretado em dois sentidos: alimentação do corpo ou do espírito. Na foto, o jardim da artista fluminense Beatriz Milhazes, que criou um sol, fonte primeira de vida e alimentação, em semicírculos concêntricos e formas geométricas irregulares, com mais de 1.500 girassóis
Alessandro Shinoda/Folhapress
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O Festival Internacional de Jardins de Chaumont-sur-Loire, ganha pela primeira vez versão fora da França, promovida pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo, a partir desta quarta-feira (22/09/2010), no Parque do Ibirapuera. O evento terá jardins criados por paisagistas franceses e artistas brasileiros. Na foto, o trabalho do francês Louis Benech
Alessandro Shinoda/Folhapress
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O Festival de Jardins do MAM pode ser visitado entre 22 de setembro a 31 de dezembro de 2010. Na foto, o jardim de Christine e Michel Pena. O casal de paisagistas franceses criou o "Le jardin amuse-guele" (em livre tradução, "O jardim aperitivo"), simulando uma toalha de piquenique que remete a hábitos de alimentação locais
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Para a criação dos espaços, os participantes se inspiraram no tema alimentação, que foi interpretado em dois sentidos: alimentação do corpo ou do espírito. Na foto, o jardim dos artistas Maro Avrabou e Dimitri Xenakis, composto por estantes metálicas que delimitam um espaço interno para os visitantes andarem como por entre corredores de um supermercado. Nas estantes estão fixadas latas com plantas comestíveis, identificadas por rótulos que figuram a espécie cultivada
Alessandro Shinoda/Folhapress
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Ao todo, o evento tem nove jardins de 200 m², distribuídos em torno da marquise projetada por Oscar Niemeyer, onde está localizado o Museu de Arte Moderna de São Paulo. Na foto, uma composição de tecidos é delimitada por árvores e cerca vegetal na obra dos paisagistas franceses Michel Racine e Béatrice Saurel. Os elementos de tecido retomam a tradição europeia de amarrar tiras de roupa de uma pessoa doente numa árvore, pela crença no seu poder de cura
Alessandro Shinoda/Folhapress
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O evento acontece nos arredores do MAM no Parque do Ibirapuera, que fica na Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3, São Paulo (SP). Na foto, o jardim dos artistas Maro Avrabou e Dimitri Xenakis, composto por estantes metálicas que delimitam um espaço interno para os visitantes andarem como por entre corredores de um supermercado. Nas estantes estão fixadas latas com plantas comestíveis, identificadas por rótulos que figuram a espécie cultivada
Alessandro Shinoda/Folhapress
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