Coisas de espião

Armas e ferramentas secretas

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Fotos
O 007 James Bond, agente secreto mais famoso do cinema, se encaixaria perfeitamente no mundo real com os objetos desenvolvidos pela CIA (sigla em inglês para Agência Central de Inteligência) e KGB (sigla em russo para Comitê de Segurança do Estado). São ferramentas, armas e objetos dignos de um verdadeiro espião Divulgação Mais
Sempre que precisa de uma ferramenta mirabolante, seja algum tipo de arma potente ou uma 'simples' camêra escondida, James Bond recorre à divisão secreta Q, que constrói todo tipo de artefatos secretos utilizados pelo famoso espião em seus filmes. Na vida real, a situação não é diferente e a CIA disponibilizou imagens do 'Museu do Espião', que fica em Washington (EUA), onde milhares de peças exibidas mostram a criatividade dos agentes 'reais' na construção de armas e dispositivos secretos. Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Botão bússola: costurados nas roupas do espião, eles podiam indicar a direção do norte, representado pelos dois pontos enferrujados na lateral do artefato, e o sul identificado pelo lado com um ponto apenas Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Cantinas bomba: Utilizadas na Segunda Guerra Mundial, eram da inteligência dos EUA, que largavam as cantinas nos campos de batalha para que os inimigos mais curiosos, e sedentos, acionassem um explosivo assim que abrissem a garrafa Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Caixa M-209: Um dispositivo de codificação que foi amplamente utilizado pelos EUA na Segunda Guerra Mundial. Ele usava uma série de mecanismos para codificar e decodificar mensagens secretas Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Esta espécie de prego era fincada no chão com algum filme fotográfico ou mensagem secreta, e depois retirada por outro agente da mesma corporação, que manipulava os dados obtidos Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Essa libélula espiã foi um dos primeiros protótipos da CIA. Ela foi criada com o propósito de explorar a coleta de informações através de dispositivos em miniatura Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Estes cintos eram amarrados nos assentos ejetores dos aviões e garantiam mais segurança ao piloto que precisasse acionar o dispositivo Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Mapa de Fuga: impressos em papel de seda, ele podia ser dobrado para não chamar a atenção (alguns agentes o utilizavam como lenço). Além disso, as tintas eram à prova d'água, garantindo que o espião escapasse com uma rota de fuga, mesmo debaixo d'água Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Facas criadas por dois britânicos, Fairbairn e Sykes, para atacar as partes mais vulneráveis do oponente Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Mulheres espiãs utilizavam o espelho da maquiagem para decodificar mensagens secretas enquanto se embelezavam Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Dispositivos especiais foram criados para a Segunda Guerra Mundial. Na foto, o objetivo da ferramenta era abrir uma carta sem violar o lacre de proteção e o selo Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Dispositivos especiais foram criados para a Segunda Guerra Mundial. Na foto, o objetivo da ferramenta era abrir uma carta sem violar o lacre de proteção e o selo Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Pode não parecer, mas a imagem mostra uma caixa de fósforo, que também funciona como camêra fotográfica Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Durante a Guerra Fria os espiões, tanto soviéticos quanto americanos, capricharam nos inventos. Na foto temos um 'microponto', uma espécie de codificador que compactava dados (fotos, textos) em um único ponto, como o ponto final em uma carta, por exemplo. Assim, ao chegar ao destinatário, o espião colocava um visualizador especial em cima do ponto codificado e podia ver a mensagem ampliada Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
A camêra fotográfica espiã mais famosa do mundo é esta. Compacta, cabia na palma da mão e tirava fotos de alta qualidade Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Muito comum entre os espiões era o uso de mensagens codificadas de uso único. Na foto, um exemplo, o remetente e o destinatário possuíam um código secreto cada, e apenas eles conseguiam desvendar a combinação numérica das mensagems que eram enviadas pelo correio. Após um código ser utilizado, ele era completamente destruído e os espiões utilizavam códigos novos Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
A camêra da foto era presa em pombos que sobrevoavam áreas inimigas e traziam fotos mais detalhadas Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
A camêra da foto era presa em pombos que sobrevoavam áreas inimigas e traziam fotos mais detalhadas Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Estes dispositivos eram jogados em terrenos durante a Guerra Fria e possuíam sensores que ajudava a detectar a presença de um inimigo. A camuflagem era de fezes animais Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Estes dispositivos eram parecidos com fezes animais e largados em áreas de guerra para interceptar a localização dos inimigos Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Moedas ocas eram utilizadas para trocar mensagens e filmes fotográficos Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Moedas ocas eram utilizadas para trocar mensagens e filmes fotográficos Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Moedas ocas eram utilizadas para trocar mensagens e filmes fotográficos Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Figurino espiã: camêras escondidas em colares, brincos e tecidos eram adicionadas aos vestidos de festas utilizados por belas espiãs, que podiam dançar livremente enquanto fotografavam Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Outro da Segunda Guerra Mundial, o Estereoscópio, examinava as imagens do território inimigo e ajudava a construí-las em 3-D Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Este submarino podia ser utilizado por dois homens e era útil em lugares aonde os navios não conseguiam chegar Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Jogados em estradas e terrenos, o objetivo deste 'prego' era simples, furar os pneus dos veículos inimigos, quase sempre com sucesso Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Escondida em uma bolsinha para cigarros, espiões utilizavam uma potente camêra de apenas 35mm Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Pedaço de carvão por fora, kit com explosivos por dentro Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Botão camêra: Acoplado ao terno, o espião utilizava o botão como lente de uma camêra camuflada na roupa Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Abotoaduras com bases ocas, utilizadas pela KGB para trocar filmes fotográficos e dados, em regiões de fronteira Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Se um espião da CIA fosse preso e submetido a tortura, ele poderia mastigar as pontas do óculos da foto, que continham pastilhas de cianeto, uma substância mortal. Assim, ele morria e não contava os 'segredos' aos inimigos Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Camêra caneta: Como as microcamêras estavam na moda e já levantavam desconfiança, o jeito foi adaptar camêras em outros objetos, como nesta caneta Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Esta arma dispara uma bala de gás cianeto na vítima. Ela era utilizada enrolada em um jornal Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
O batom ao lado mata. Belas espiãs carregavam armas nas bolsas, camufladas de batom. Com capacidade para um único disparo, a arma era conhecida como 'beijo mortal' Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Outra da KGB, o maço de cigarros é na verdade uma potente pistola Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Pistola cachimbo: como o próprio nome sugere, uma arma camuflada de cachimbo, muito utilizada pelos espiões Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Esconder armas em objetos inofensivos era uma prática comum. Na foto, uma luva revólver, era só apertar os dedos e disparar um tiro na direção da vítima Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Um supositório carregado com estiletes, facas, brocas e todo tipo de material ideal para uma fuga Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
O guarda-chuva também foi utilizado como arma camuflada. Silencioso, era perfeito para disfarces secretos no meio da multidão Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Camêra relógio: enquanto o espião finge checar o horário, na realidade está tirando fotografias Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Em uma área arborizada de Moscou, foi plantado uma espécie de 'Bug', camuflado como um tronco de árvore. A ferramente (foto) era utilizada para interceptar mensagens via satélite. O truque era tão bem feito, que a parte de cima do tronco era translúcida e deixava passar a luz do sol para recarregar o equipamento. A KGB demorou, mas descobriu o segredo. Até hoje, um dos mais bem sucedidos truques da CIA contra a KGB Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
Na foto o cartão de identificação do agente da CIA, Allen W. Dulles, que foi o diretor da Central de Inteligência Americana, em 1953. Ele se aposentou em 1961 Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
O agente 86, do seriado de mesmo nome, utilizava um artefato chamado 'sapatofone', mas quem imaginaria que algo parecido era utilizado na vida real: o sapato ao lado vinha com rastreador e ajudava os espiões a localizar suas vítimas Wired/Cortesia do Museu Internacional do Espião Mais
No filme 'Agente 86', de 2008, Steve Carell interpreta o espião secreto Maxwell Smart, o agente número 86, e Anne Hathaway faz a agente 99. Os dois trabalham para a CONTROLE e usam diversas armas secretas desenvolvidas na agência. Como observamos, parece que a realidade não é tão diferente da ficção Divulgação Mais
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