Túnel do tempo: relembre situações engraçadas e bizarras que a tecnologia já fez você passar

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    • Curiosidades na tecnologia [61189]; Vida digital [53786];
Fotos
A tecnologia evolui tão rápido que às vezes a gente nem percebe as facilidades que ela traz para nossas vidas. Imagine ter um celular que tira fotos, mas não pode enviá-las -- nem publicá-las no seu Instagram ou no Facebook. Ou ficar torcendo (horas a fio) para terminar o download daquela música que você adora. Ou ter de ir até a locadora para alugar um filme... e voltar lá para devolvê-lo. Esses eram ''problemas'' que as pessoas tinham até bem pouco tempo atrás, como lembra o site "Buzzfeed" na lista que originou a seleção das "dificuldades tecnológicas" apresentadas a seguir Getty Images Mais
Não dava para mandar fotos do celular, mesmo que ele tirasse fotos. Os aparelhos tinham câmeras -- com resolução que não passava dos 2 megapixels -- que guardavam as imagens na memória do celular desconectado da internet. Assim, para mandar os arquivos para alguém, você tinha de passá-los via cabo para o computador. Depois, chegou a tecnologia Bluetooth, mas era preciso paciência para esperar as fotos passarem de um dispositivo para o outro. Hoje, basta um smartphone conectado à internet para a mesma tarefa Reprodução Mais
Torcer horas a fio para aquela música (que você queria muito) baixar inteira no Napster e programas similares. Embora os programas de compartilhamento de arquivo fossem populares, a velocidade de conexão de internet não colaborava com os usuários. Muitas vezes você esperava horas para baixar uma única música -- ou nem isso, porque a conexão caía e você ficava com parte do arquivo. As rádios online (e até o YouTube) estão entre as alternativas que resolveram isso Reprodução Mais
Gravar um CD com as músicas baixadas ''da net''. Baixar os arquivos de MP3 era só início da saga para curtir as músicas. Depois, era preciso muita paciência (e às vezes sorte) para gravá-las em um CD. Quantas vezes alguma coisa dava errado na gravação e você tinha de jogá-lo fora? E separar de novo a lista de arquivos para gravar? Agora, com as rádios online, fica tudo muito mais fácil Getty Images Mais
Sair de mochila ou bolsa grande para poder guardar o discman. Além de baixar as músicas e gravá-las em CDs, depois era preciso carregar a tiracolo o seu discman. Ao contrário de um MP3 player, ele não era discreto, nem cabia no bolso Yoshikazu Tsuno/AFP Mais
Alugar filme na locadora (ou esperar dias até conseguir baixar um). Se você queria ver algum filme e não dispunha de TV por assinatura, a solução era ir à locadora para alugá-lo. E depois voltar para devolvê-lo. Outra opção era baixar o filme pela internet -- mas dependendo da conexão, isso demoraria horas e até dias... Atualmente, dá para assistir aos filmes online Paul Hacket/Reuters Mais
Ter de explicar para as pessoas o que era o Orkut cada vez que você as convidasse para participar da rede. O site de relacionamentos demorou um tempo para virar febre entre brasileiros. Logo no começo, não bastava convidar o amigo para entrar no site (lembra que precisava de convite?). Tinha também quase de ''desenhar'' para ele entender como funcionava (ter um perfil e trocar scraps com amigos) e qual era a utilidade daquilo (comunicar-se, zoar, zoar e zoar) Reprodução Mais
Encarar vários ''No donut for you'' só para ler um scrap no Orkut. ''Bad, bad server'': a mensagem de erro era rotineira na rede social e ganhou até comunidades de protesto -- do tipo, ''No Donut for You é o c******'' -- contra a constante instabilidade nos tais servidores Reprodução Mais
Escrever depoimentos (testemonials) no Orkut para não perder a amizade. Quanto mais depoimentos você conseguia dos seus contatos na rede social, mais popular você parecia ser... e todo cuidado era pouco. Escrever um ''testemonial'' para um amigo, e não para outro, podia dar até briga. Namorados e namoradas também aproveitavam o espaço para declarar todo o seu amor ao parceiro -- e demarcar o território Reprodução Mais
Recorrer ao guia de ruas. Para ir a algum lugar novo era necessário ''armar-se'' com um guia de ruas bem grande e pesadão. E torcer para que a rua de destino ficasse no centro da página para você não der de ficar pulando de uma para outra. Algum tempo depois, veio o Google Maps (em 2005). Mas ainda assim, era preciso imprimir a página do caminho com o mapinha. Agora, basta um GPS ou um aplicativo de mapas no smartphone para não nos perdermos Getty Images Mais
Escolher uma frase ''da hora'' para deixar no MSN. Bater papo com os amigos pelo comunicador instantâneo não tinha graça se você não deixasse alguma frase ''espirituosa'' de status. Aliás, a frase muitas vezes servia para dar uma cutucada online (bem antes do Facebook ''inventá-la'') naquele ex-namorado (a) que você ainda não tinha deletado dos contatos Reprodução/Frases Curtas Mais
Escanear fotos tiradas com máquina analógica. Com o preço alto das câmeras digitais, muita gente continuou usando as câmeras analógicas para registrar os momentos da vida, afinal, bastava depois um escâner para digitalizá-las. Hoje, com a popularização das câmeras (e dos smartphones que tiram fotos), ficou bem mais fácil capturar imagens e até mesmo publicá-las ou enviá-las direto pela internet Divulgação Mais
Não ter filtros para aplicar nas fotos. Foto tirada, foto publicada. Fosse com olhos vermelhos, sem foco ou escura. Agora, com filtros do Instagram, dá para disfarçar algumas dessas imperfeições e ''impressionar'' os amigos com esse seu lado fotógrafo Getty Images Mais
Pensar bem antes de mandar SMS sob risco de ficar sem crédito no seu pré-pago. A cada mensagem mandada você visualizava o seu (pouco) crédito indo embora junto com ela. Atualmente, pacotes de SMS, descontos e promoções da operadora deixam os usuários mais à vontade para mandar mais mensagens SXC.hu Mais
Programar o videocassete para gravar o episódio da novela que você não podia ver no horário. Era preciso ''mergulhar'' nos menus do videocassete para achar a gravação agendada de programas, além de dispor de fitas vazias (ou reaproveitadas) para registrar o vídeo (sob o risco de gravar o último capítulo da novela sobre algum casamento da família). Atualmente, alguns televisores e decodificadores de TV por assinatura trazem o recurso de gravação -- e até pausa da programação Joe Cavaretta/AP Mais
Usar a internet sentado na frente do seu computador. Lugar de ficar ''pendurado'' na internet era onde ficava o computador da casa, sentando em frente ao seu desktop. Agora, com tablets e smartphones, a internet ''migrou'' para o sofá da sua sala e para sua cama. Bem mais confortável Getty Images Mais
Enviar aquela reportagem, foto ou vídeo legal/engraçado/bizarro por e-mail para os amigos. Se você estava navegando na internet e se deparava com algo bacana, o meio mais comum para compartilhar aquela informação era um botãozinho chamado ''Enviar por e-mail''. Ou então, você recebia um arquivo de música e vídeo com piadas ou bizarrices e reencaminhava para sua lista de amigos. Hoje, ficou mais fácil compartilhar esse tipo de conteúdo via Facebook e Twitter Getty Images Mais
Usar o Power Point para assistir às apresentações fofas e meigas que sua tia mandava. Aliás, não só sua tia, mas também amigas. Quem nunca reencaminhou um arquivo de extensão .ppt para uma lista com dezenas de contatos? Hoje o papel da "tia do Power Point" fica mesmo é com o Facebook: clique em MAIS para ver Reprodução Mais
Esperar dar a hora para entrar na internet pagando menos pela conexão. Além de lenta, a conexão de internet era bem cara. Por isso, era comum deixar para navegar em horários mais baratos (madrugada adentro ou no fim de semana). Hoje, com planos de banda larga, o ''problema'' se foi. Mas ainda é preciso torcer por uma conexão estável... Getty Images Mais
Ter de desconectar da internet quando alguém em casa queria usar o telefone fixo. Antes do ''advento'' da banda larga, o meio de se conectar à internet era o dial-up (por linha comutada). A linha telefônica ficava ocupada quando alguém estava conectado, então era preciso sair da internet para alguém poder fazer uma ligação via telefone fixo (isso antes da popularização dos celulares, claro) Think Stock Mais
Decorar seu número no ICQ, para poder passá-lo aos amigos. Para bater papo com os amigos no comunicador instantâneo, nada de adicionar as pessoas por nome de usuário ou e-mail. Era preciso saber de cor seu número de ICQ. Ó óu! Reprodução Mais
Ter de passar sua agenda de telefone, contato por contato, cada vez que você trocava de celular. Antes dos celulares guardarem contatos nos cartões SIM, a agenda telefônica ficava isolada em cada aparelho. Se você comprasse um novo, tinha de passar cada contato da agenda, um a um, para ele Getty Images Mais
Aprender a usar o sistema T9, para mandar mensagens rápidas via celular. Depois que os SMS se tornaram mais baratos e populares, a tarefa principal era decifrar como usar o sistema de digitação rápida (conhecido como T9) e ficar treinando em casa. Mas muitos usuários desistiriam no meio do caminho. Atualmente, os smartphones contam com sistemas de correção automática de palavras e até digitação deslizando os dedos na tela de uma letra a outra Getty Images Mais
Rebobinar fita cassete com a caneta Bic. O objetivo aqui era economizar as pilhas (!), pois essa era a fonte de energia de eletrônicos como o walkman. Isso em uma época em que as pilhas recarregáveis ainda não eram comuns. Em referência a essa situação, recentemente circulou no Facebook a imagem de uma fita cassete e uma caneta Bic com a frase: 'Teste de idade: qual a ligação entre esses dois objetos?' Danilo Verpa ? 16.jun.2008/Folhapress Mais
Perder a caneta do Palmtop. Se você perdesse a caneta Stylus, teria de desembolsar uma pequena fortuna para comprá-la individualmente ou improvisar (usando um acessório menos estiloso). Isso porque, antes das telas realmente sensíveis ao toque, sua vida digital podia depender de uma Stylus: ela era essencial para enviar comandos ao Palmtop, o irmão (bem) mais velho dos smartphones. Outro desafio para os usuários de Palm era aprender a usar o sistema de reconhecimento de escrita Graffiti Ichiro Guerra ? 29.mai.2000/Folhapress Mais
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