Relembre crimes e julgamentos brasileiros famosos

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Fotos
João Acácio Pereira da Costa, conhecido como o "Bandido da Luz Vermelha", em foto de 1971, na prisão. Ele foi acusado por quatro assassinatos, sete tentativas de homicídio e 77 assaltos. Condenado a 352 anos de prisão, ficou no cárcere por 30 anos, entre agosto de 1967 e agosto de 1997. Menos de seis meses após ser solto, em janeiro de 1998, foi morto após se envolver em uma briga em Joinville (SC) Folhapress Mais
Julgamento de Raul Fernando do Amaral Street, o "Doca Street", condenado pela morte da socialite Angela Diniz em dezembro de 1976, com quem tinha um relacionamento amoroso. Doca Street foi julgado duas vezes pelo crime: na primeira ocasião, em 1980, foi inocentado, sob o argumento de que agiu em defesa de sua honra, já que teria sido traído. A decisão causou revolta popular, e o julgamento foi remarcado para o ano seguinte. O réu foi condenado a 15 anos de prisão. Após cumprir a pena, Doca Street lançou o livro "Mea Culpa", que conta sua versão para os fatos Folhapress Mais
Coronel da reserva da PM e deputado estadual Ubiratan Guimarães (PTB), em 2006, durante julgamento em São Paulo (SP). Mais de 13 anos após o episódio conhecido como massacre do Carandiru, que resultou na morte de 111 presos, o coronel que chefiou a invasão na Casa de Detenção saiu absolvido do Tribunal de Justiça. Vinte desembargadores anularam a pena de 632 anos, determinada pelo 2º Tribunal do Júri, em 2001, e inocentaram o coronel. Ele foi morto em sua casa na capital paulista em 2006, em crime cujas circunstâncias não foram esclarecidas Marlene Bergamo/Folhapress - 15.fev.2006 Mais
Caso Daniella Perez: o acusado pela morte da atriz, o ator Guilherme de Pádua, chega ao Tribunal do Júri para o julgamento, em 1997. Ele e a ex-mulher, Paula Nogueira Thomaz, foram condenados a 19 anos e seis meses de prisão. Cumpriram um terço da pena e deixaram a prisão em 1999 Folhapress - 23.jan.1997 Mais
Coronel Mário Collares Pantoja, um dos oficiais condenados pelo massacre de Eldorado dos Carajás --no qual 19 sem-terra foram mortos--, durante julgamento em 1999, na qual foi inocentado. O Tribunal de Justiça do Pará anulou o júri no ano seguinte e marcou novo julgamento. Em 2002, Pantoja e o major José Maria Pereira de Oliveira foram condenados a 228 e 154 anos de prisão, respectivamente. Ambos recorreram e aguardam em liberdade o final do processo Marlene Bergamo/Folhapress - 16.ago.1999 Mais
Índios no plenário do Tribunal do Júri de Brasília durante o julgamento dos acusados que atearem fogo no índio Galdino Jesus dos Santos, morto em 1997. Os quatro maiores foram condenados a 14 anos de prisão por homicídio qualificado. O menor, a três anos de internação. No Tribunal do Júri, em 2001, um dos acusados afirmou que o objetivo do ato era dar um susto no indígena; outro disse que confundiu Galdino com um mendigo Sérgio Lima/Folhapress - 06.nov.2001 Mais
Caso Favela Naval: policiais militares deixam o presídio Romão Gomes após absolvição; oito PMs chegaram a ser condenados, em 1998, por crimes cometidos durante operação na favela Naval, em Diadema (Grande São Paulo), em março de 1997. Em 1999, desembargadores do Tribunal de Justiça anularam o júri que condenou a 65 anos de prisão o soldado Otávio Gambra, o Rambo, que atirou e matou um morador da favela durante a operação. Em novo julgamento, ele foi condenado a 47 anos, mas teve a pena revista para 15 anos. No fim, Rambo ficou nove anos na cadeia Folhapress Mais
O motoboy Francisco de Assis Pereira, o "Maníaco do Parque", foi condenado, em júri popular realizado em 2002, a 121 anos e oito meses pela morte e estupro de sete mulheres na Grande São Paulo. Ele foi detido em 1998 Folhapress - 05.set.1998 Mais
O jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves acompanha seu julgamento, em 2004, dentro da sala do Júri, no fórum de Ibiúna (SP). Acusado pela morte da namorada Sandra Gomide em 2000, Pimenta Neves ficou preso por sete meses, quando conseguiu liberdade provisória para aguardar o julgamento. Julgado em 2006, foi condenado em júri popular a 19 anos de prisão. No entanto, foi preso apenas em 2011 e conseguiu, em tribunais superiores, reduzir a pena para 15 anos Caio Guatelli/Folha Imagem Mais
Julgamento do ex-estudante de medicina Mateus da Costa Meira, conhecido como o "atirador do shopping Morumbi", após atirar em várias pessoas em um cinema de São Paulo com uma metralhadora, em 1999. Em 2004, ele foi condenado a 120 anos e seis meses --pena depois reduzida a 48 anos-- pela morte de três pessoas. Já preso, tentou matar um detento na penitenciária Lemos Brito, em Salvador Edson Ruiz/Folhapress - 11.out.2011 Mais
Suzane von Richthofen deixa o 89º Distrito Policial, em julho 2006, para o julgamento no Fórum da Barra Funda, em Sao Paulo (SP). Ela e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos foram condenados a 39 anos de prisão pelo homicídio dos pais de Suzane, ocorrido em 2002 André Porto/Folhapress - 18.jul.2006 Mais
O promotor de Justiça Thales Ferri Schoedl (centro) chora ao ser absolvido, por unanimidade, em 2008, no julgamento do assassinato de Diogo Mendes e pela tentativa de assassinato de Felipe Siqueira Cunha. No dia 30 de dezembro de 2004, Thales participava de um luau na praia de Bertioga (SP) quando um grupo de rapazes teria mexido com sua namorada. O promotor discutiu com eles e, em seguida, sacou uma arma e fez vários disparos Rogério Cassimiro/Folhapress - 26.nov.2008 Mais
O cirurgião Farah Jorge Farah foi condenado a 13 anos de prisão pela morte da amante Maria do Carmo Alves, em 2003, assassinada com requintes de crueldade. Preso em 2003, recebeu em 2007 o direito de aguardar o fim do processo em liberdade Robson Ventura/Folhapress - 30.mai.2007 Mais
Multidão acompanha do lado de fora do Fórum de Santana o o julgamento do caso Nardoni, em 2010. Isabella Nardoni, 5, foi jogada na noite de 29 de março de 2008 do sexto andar de um edifício na zona norte de São Paulo. O pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Jatobá, foram condenados a 31 anos e 26 anos e oito meses, respectivamente Adriano Vizoni/Folhapress - 22.mar.2010 Mais
Lindemberg Alves, durante julgamento no fórum de Santo André (SP), em fevereiro de 2012. Ele foi condenado a 98 anos e 10 meses de prisão pela morte de Eloá Pimentel e mais 11 crimes cometidos em 2008. A adolescente de 15 anos, ex-namorada de Lindemberg, foi mantida refém por ele por cerca de cem horas até ser baleada Leandro Moraes/UOL - 13.fev.2012 Mais
Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38, ex-garota de programa e réu confessa do assassinato do marido, o diretor-executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, 42. A vítima foi morta e esquartejada Diogo Moreira/Frame/AE Mais
O jornalista Tim Lopes, da TV Globo, ganhador do Prêmio Esso em 2001 pela série "Feira das drogas", veiculada no Jornal Nacional, foi sequestrado, torturado e morto por traficantes em 2 de junho de 2002 07.06.2002 - Reprodução/TV Globo Mais
Pai de Ives Yoshiaki Ota acompanha o júri dos assassinos de seu filho. O garoto de 8 anos foi assassinado em agosto de 1997 depois de ter sido sequestrado pelos seguranças do próprio pai. Um dos sequestradores, policial militar, enterrou o corpo de Ives debaixo do berço onde dormia o filho UOL Mais
A missionária norte-americana Dorothy Stang, conhecida pelo trabalho junto a pequenos agricultores, foi assassinada com seis tiros em Anapu (PA), em 12 de fevereiro de 2005 Divulgação/Carlos Silva Mais
O ex-prefeito Celso Daniel (PT), na foto, foi encontrado morto em 20 de janeiro de 2002, em uma estrada de terra em Juquitiba (SP), com marcas de tortura e alvejado por oito tiros Luciano Vicioni/Diário do Grande ABC - 01.10.2000 Mais
Os estudantes Liana Friedenbach, 16, e Felipe Silva Caffé, 19, foram mortos na região de Embu-Guaçu (SP), onde estavam acampando. Cinco pessoas foram presas pelo crime: Paulo César da Silva Marques, Antonio Matias de Barros, Antônio Silva, Aguinaldo Pires e um adolescente de 16 anos Arquivo pessoal Mais
Em 7 de abril de 2011, a Escola Municipal Tasso da Silveira foi invadida pelo ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, que abriu fogo contra os alunos e se matou em seguida. No massacre, 11 crianças morreram e 13 ficaram feridas Rafael Andrade/Folhapress Mais
A advogada Mércia Nakashima desapareceu em 23 de maio de 2010. Seu carro foi encontrado em uma represa de Nazaré Paulista no dia 10 de junho daquele ano e seu corpo foi localizado no dia seguinte. Mizael Bispo de Souza, ex-namorado de Mércia, foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime em 14 de março de 2013. Evandro Bezerra da Silva, também acusado de participação no homicídio, será julgado em julho de 2013 Folhapress Mais
Ademir Oliveira Rosário, conhecido como "Maníaco da Cantareira", estuprou e matou dois adolescentes na zona norte de São Paulo, em setembro de 2007. Os corpos dos irmãos Josenildo José e Francisco Ferreira de Oliveira Neto, de 14 e 15 anos, respectivamente, foram encontrados na mata da Serra da Cantareira. Em abril de 2012, Ademir foi condenado a 57 anos de prisão Bandnews Mais
No dia 12 de julho em 2000, Sandro Barbosa do Nascimento (foto) sequestrou o ônibus 174, que fazia a linha Gávea-Central, no Jardim Botânico, na zona sul do Rio de Janeiro. Ele manteve passageiros como reféns por mais de seis horas. O sequestrador usou a professora Geísa Firmo Gonçalves, uma das reféns, como escudo para sair do ônibus. Quando estava prestes a se render foi surpreendido por um soldado, que estava armado com uma metralhadora e atirou na direção de Sandro, atingindo Geísa Divulgação Mais
O ex-tesoureiro de campanha de Fernando Collor, Paulo Cesar Farias, o PC Farias, foi acusado de corrupção passiva no governo Fernando Collor. O empresário e sua namorada, Suzana Marcolino, foram encontrados mortos no quarto da casa de praia de PC, em Guaxuma, na madrugada de 23 de junho de 1996. Quatro ex-policiais militares são acusados de co-autoria de homicídio no caso, mas tiveram seu julgamento adiado em novembro de 2012, sem uma nova data Marcelo Soubhia - 20 jun. 1995/Folhapress Mais
Os pais do menino João Hélio Fernandes Vieites, 6, na missa de sétimo dia do garoto, que morreu em 7 de fevereiro de 2007 após um assalto. O bandido roubou o carro da mãe de João Hélio, que ficou preso pelo cinto de segurança e foi arrastado por 7km Ana Carolina Fernandes/Folhapress Mais
A engenheira Patrícia Amieiro Franco, 24, desapareceu em 14 junho de 2008, depois de sofrer um acidente automobilístico na saída do túnel do Joá, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. A polícia nunca encontrou o corpo da engenheira. Quatro policiais militares são acusados de homicídio qualificado e ocultação do corpo Reprodução/Agência O Globo Mais
O publicitário e ex-seminarista Gil Rugai (esq.) é acusado de matar o pai, Luiz Rugai, 40, e a madrasta, Alessandra, 33, na casa onde moravam, em Perdizes, zona oeste de São Paulo. O crime ocorreu em 28 de março de 2004. Ele responde processo em liberdade, e seu julgamento foi marcado para 18 de fevereiro de 2013 Rivaldo Gomes/Folhapress Mais
Jorge Negromonte, 50, e Jéssica Camila, 22, acusados, junto com Isabel Cristina, 51, de matar, esquartejar e praticar canibalismo com duas mulheres em Guaranhuns (PE), em 2012. O trio será julgado por homicídio quadruplamente qualificado (motivo fútil, dificuldade de defesa da vítima, meio cruel da execução e asseguramento do crime de incapaz cometido anteriormente) e por ocultação de cadáver Reprodução Mais
Hildebrando Pascoal, ex-deputado federal e ex-coronel da Policia Militar estadual, 60, foi acusado de comandar um grupo de extermínio na década de 90 e de autorizar a morte de um homem usando uma motosserra. Preso desde 1999, ele tem vivido uma rotina de idas e vindas entre o presídio e o hospital, em virtude da saúde debilitada. Ichiro Guerra - 22.set.1999/Folhapress Mais
O líder seringueiro Chico Mendes foi assassinado em 1988 em Xapuri, no Acre, a mando do fazendeiro Darly Alves da Silva. Em dezembro de 1990, Darly e seu filho Darci Alves Pereira foram condenados a 19 anos de prisão pela morte do seringueiro. Os dois fugiram da prisão em Rio Branco em fevereiro de 1993. Darly só foi capturado em junho de 1996 e Darci em novembro daquele ano. Os acusados cumpriram menos de dez anos de pena e atualmente vivem em Xapuri (AC) AP Mais
Julgamento dos acusados de atear fogo ao índio Galdino Jesus dos Santos, morto em 1997. Na ocasião, a vítima, que dormia em um ponto de ônibus em Brasília, teve o corpo queimado por cinco rapazes de classe média. Galdino morreu em decorrência dos ferimentos. Dos cinco jovens acusados pelo crime, um era menor e foi enviado ao centro de reabilitação juvenil do Distrito Federal, mesmo sendo condenado a um ano de reclusão, esteve no local por apenas três meses. Os outros quatro -- Tomás Oliveira de Almeida, Max Rogério Alves, Eron Chaves Oliveira e Antônio Novely Cardoso Vilanova --, foram condenados pelo júri popular por homicídio doloso (com intenção de matar). Mesmo condenados a 14 anos, os quatro acusados ganharam liberdade em 2004 Sérgio Lima/Folhapress - 06.nov.2001 Mais
O casal Claudio e Lilian Meneghetti e a empregada deles, Susana Aparecida Parente Felipe, foram brutalmente assassinados em 2011 após um assalto à casa da família em Piracicaba (SP). Em 2012, a polícia resolveu arquivar o caso por falta de informações sobre os autores do crime Reprodução Mais
O governador Geraldo Alckmin acompanha o empresário Silvio Santos após sua libertação do sequestro, em 2001. Na ocasião, o apresentador e a sua filha Patrícia Abravanel foram mantidos como reféns de Fernando Dutra Pinto, que morreu em consequência de tortura e negligência no CDP (Centro de Detenção Provisória) do Belém, zona leste de São Paulo, em janeiro de 2002 Cai Guatelli/Folhapress Mais
Pedro Rosalino Braule Pinto, que ficou conhecido no Brasil inteiro como o garoto Pedrinho, sequestrado por sua mãe adotiva em 1986, Vilma Martins Costa, recebe o abraço dela, durante encontro que reuniu as duas famílias, em 2002. Dos 19 anos previstos como pena para a sequestradora, apenas cinco anos foram cumpridos. Em 2008, ela conseguiu a liberdade condicional e redução de pena. Atualmente, Vilma mora em Goiânia e não pode deixar a cidade sem comunicar à Justiça Sérgio Lima/Folhapress Mais
O repórter Guilherme Portanova, da Rede Globo, que foi sequestrado por membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) -- em agosto de 2006--, na região do Morumbi, em São Paulo. O repórter foi libertado após cerca de 40 horas, depois que a emissora concordou em exibir um vídeo do PCC criticando o sistema penitenciário André Porto/Folhapress Mais
Silvia Calabresi Lima, 49, é detida e escoltada por policial em Goiânia. Imagem registrada em 18 de março de 2008. A empresária foi condenada por torturar garota de 12 anos que vivia com ela. Em 2008, ela foi condenada a 14 anos prisão Diomicio Gomes/O Popular/Agencia O Globo/AP Mais
Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos (Centro) é levado pela polícia após confessar ter matado e esquartejado a inglesa de 17 anos, Cara Marie Buker, em Goiânia. Imagem de 1° de agosto de 2008. No ano seguinte-- em 2009--, ele foi condenado a 21 anos de prisão Eraldo Peres/AP Mais
A cidade de Porto Ferreira (228 km de São Paulo) ficou conhecida nacionalmente há quase dez anos pela prisão de seis vereadores, acusados com penas de mais de 40 anos, pelo envolvimento com menores de idade. O primeiro jornalista a noticiar o caso, Luiz Carlos Barbon Filho, foi morto quatro anos após a denúncia Yuri Catelli/UOL Mais
Reprodução de fotografia da carteirinha do estudante Edison Tsung Chi Hsueh, que foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética da Faculdade de Medicina da USP, em 22 de fevereiro de 1999, promovido pelos alunos veteranos do curso de medicina para darem "boas" vindas, através de trote, aos calouros do curso. O rapaz foi obrigado a entrar numa piscina e, sem saber nadar, morreu afogado. Nenhum dos réus do caso foi punido Reprodução Mais
Em maio de 92, o líder indígena Paulinho Paiakan, 43, foi acusado de estuprar a estudante Sílvia Letícia Ferreira, na época com 18 anos. Seis anos depois, a Justiça do Pará o condenou, em segunda instância, a seis anos de prisão por atentado violento ao pudor. O crime repercutiu mundialmente já que, na época, acontecia a ECO-92, Conferência Mundial sobre Meio Ambiente, no Rio de Janeiro Antônio Gaudério/Folha Imagem Mais
Fachada da casa onde foram assassinados o advogado Jorge Toufic Bouchabki, e sua mulher, a professora Maria Cecília Bouchabki, na rua Cuba, no Jardim América, bairro nobre de São Paulo (SP), no caso que ficou conhecido como "O crime da rua Cuba". O assassinato aconteceu na véspera do natal de 1988. Jorginho, o filho de 18 anos do casal, foi apontado como o principal suspeito e denunciado pelo Ministério Público como autor do crime, mas não houve provas que indicassem sua responsabilidade no assassinato. A polícia também trabalhava com a hipótese de o advogado Bouchabki ter matado a mulher e se suicidado. O caso foi arquivado e a arma do crime nunca foi encontrada Ormuzd Alves/Folhapress Mais
Roberto Agostinho Peukert Valente, 18, é transferido da Delegacia Seccional Sul para a Detenção em 7 de janeiro de 1985. No dia anterior ele matou a tiros e facadas a família (pai, mãe e três irmãos, o mais novo com oito anos) no sobrado onde viviam na rua José Vieira Neto Leme, na Vila Santa Catarina, zona sul de São Paulo (SP). Começou negando a autoria do crime, mas acabou confessando. Em 1987 foi condenado a 25 anos pela chacina, mas a Justiça decidiu interná-lo em um manicômio judiciário João Bittar/Folhapress Mais
O jornalista e blogueiro Décio Sá foi assassinado com seis tiros à queima roupa em um restaurante na avenida Litorânea, em São Luís, no Maranhão, por volta das 22h30 de 23 de abril de 2012. Em seu blog, o jornalista era crítico a políticos e empresários maranhenses. Ele foi morto pelo pistoleiro Jonathan Sousa, 24. Os mandantes do assassinato foram: José de Alencar Miranda Carvalho, 72, Gláucio Alencar Pontes Carvalho, 34, e Airton Martins Monroe, 24. Os acusados de matar o jornalista desviaram R$ 100 milhões no Maranhão, segundo a polícia. O esquema teria sido descoberto pelo jornalista e seria logo denunciado em seu blog, mas ele foi morto antes disso Reprodução/MB/Futura Press Mais
Nove integrantes da banda baiana New Hit e um policial militar são acusados de abusar sexualmente de duas adolescentes de 16 anos. O crime teria ocorrido em agosto de 2012, depois de um show do grupo na cidade de Ruy Barbosa (323 km de Salvador). Segundo a versão apresentada pelas adolescentes, elas teriam sido violentadas sexualmente dentro do ônibus do grupo após terem ido pedir um autógrafo. Os integrantes da banda, que chegaram a ficar presos 38 dias, negam o crime. Leogump Carvalho/Frame/Folhapress Mais
Goleiro Bruno Fernandes chora durante seu júri no fórum de Contagem (MG), em março de 2013; ele foi condenado a 22 anos e três meses pela morte de Eliza Samudio Bernardo Salce/Agência 17/Estadão Conteúdo Mais
Ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), o juiz aposentado Nicolau dos Santos Neto, o Lalau (direita) foi condenado em 2006 a 26 anos de prisão. Ele foi acusado de envolvimento em esquema que desviou quase R$ 170 milhões das obras do TRT, na década de 1990, Devido à sua idade (84), Lalau pôde cumprir a pena em prisão domiciliar Patrícia Santos/Folhapress Mais
4.abr.2013 - José Rodrigues Moreira (primeiro à esquerda), acusado de ser o mandante do assassinato do casal de extrativistas José Claudio e Maria do Espírito Santo, em 2011, foi absolvido pelo júri no Fórum de Marabá (PA), em 4 de abril de 2013. Lindonjonson Silva Rocha (centro) foi condenado a 42 anos e oitos meses e Alberto Lopes do Nascimento a 45 anos de prisão. Eles foram apontados como autores materiais do crime. Antes de serem assassinados, Claudio e Maria estavam sendo ameaçados de morte por denunciarem as atividades de madeireiras na região Tarso Sarraf/ Estadão Conteúdo Mais
O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, chora no último dia de seu julgamento, em 27 de abril de 2013. Bola foi condenado pelo Tribunal do Júri de Contagem (MG) pelo homicídio duplamente qualificado e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes Renata Caldeira / TJMG Mais
10.mai.2013 - Depois de cinco dias de júri popular, os quatro ex-seguranças acusados da morte do empresário Paulo César Cavalcante Farias, o PC Farias, e sua namorada, Suzana Marcolino da Silva, foram absolvidos pelos jurados. A decisão foi lida pelo juiz Maurício Brêda, da 8ª Vara Criminal de Maceió. Os jurados, no entanto, reconheceram a tese de duplo homicídio que foi apresentada pela acusação, sem identificar os autores do crime Beto Macário/UOL Mais
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