Vinte anos do massacre do Carandiru

Informações sobre o álbums
  • editoria:
  • galeria:
  • link: http://fotos.noticias.bol.uol.com.br:80/imagensdodia/2012/09/27/vinte-anos-do-massacre-do-carandiru.htm
  • totalImagens: 28
  • fotoInicial: 28
  • imagePath:
  • baixaResolucao: 0
  • ordem: ASC
  • legendaPos:
  • timestamp: 20120927113029
    • Massacre do Carandiru [63409];
Fotos
Em 1992, o coronel Ubiratan Guimarães chefiou a operação policial que deixou 111 presidiários mortos no massacre do Carandiru. Ele morreu em 2006, assassinado. A principal suspeita é a advogada Carla Cepollina, que mantinha relacionamento com Ubiratan. Cepollina aguarda julgamento. Luiz Novaes/Folhapress Mais
O ex-governador Luiz Antonio Fleury Filho deixa o prédio da Justiça Militar onde depôs, em 1996, sobre a morte dos 111 presos durante o massacre do Carandiru. Fleury era o governador de São Paulo à época (1992), chegou a ser deputado federal e hoje está sem cargo público Ormuzd Alves/Folhapress Mais
Corpos de presos mortos no massacre do Carandiru são enfileirados em sala do IML (Instituto Médico Legal) em outubro de 1992. O Tribunal de Justiça de São Paulo marcou o julgamento do caso para o dia 28 de janeiro de 2013, quando 28 réus serão julgados sobre a ação policial que resultou em 111 mortes Sergio Andrade/Folhapress Mais
Em 1997, Olinda Maria de Jesus Ferreira ainda aguardava indenização referente a morte de seu filho Nivaldo de Jesus Santos, um dos 111 detentos mortos em 1992 no massacre do Carandiru. "O massacre do Carandiru é símbolo da convergência de duas políticas do Estado que ainda vigoram: a política de extermínio e de encarceramento em massa da população mais pobre e periférica", diz Rodolfo Valente, da Pastoral Carcerária Evelson de Freitas /Folhapress Mais
Três pavilhões do Complexo do Carandiru, em São Paulo, foram implodidos em 2002. A implosão durou sete segundos e ocorreu dez anos após o massacre no qual morreram 111 presos. O maior presídio da América Latina tinha mais de 7 mil presos. Em seu lugar, foi construído o Parque da Juventude Angelo Perosa/Pool Mais
Pavilhões da Casa de Detenção de São Paulo, no Carandiru, foram implodidos em 2002 para dar espaço ao Parque da Juventude. O Tribunal de Justiça de São Paulo marcou o julgamento do caso para o dia 28 de janeiro de 2013, quando 28 réus serão julgados sobre a ação policial que resultou em 111 mortes Luiz Carlos Murauskas/Folhapress Mais
Momento em que o pavilhão 8 da Casa de Detenção do Carandiru é implodido, em São Paulo (SP), em 2002. O maior presídio da América Latina tinha mais de 7 mil presos. Em seu lugar, foi construído o Parque da Juventude Jonne Roriz/Pool Mais
O ex-detento José Isabel da Silva Filho visita o Complexo do Carandiru em 2001. Ele foi um dos que sobreviveram à operação policial que em 1992 deixou 111 presos mortos no presídio. O Tribunal de Justiça de São Paulo marcou o julgamento do massacre do Carandiru para o dia 28 de janeiro de 2013, quando 28 réus serão julgados sobre a ação policial que resultou nas 111 mortes João Wainer/Folhapress Mais
Celina Aparecida dos Santos, em foto de 2002, era mãe de Mauro Batista da Silva, um dos 111 detentos mortos no Carandiru. "O massacre do Carandiru é símbolo da convergência de duas políticas do Estado que ainda vigoram: a política de extermínio e de encarceramento em massa da população mais pobre e periférica", diz Rodolfo Valente, da Pastoral Carcerária Luiz Carlos Murauskas/Folhapress Mais
Pessoas se aglomeram em frente à Casa de Detenção de São Paulo, no Carandiru, três dias após operação policial que deixou 111 presos mortos. O Tribunal de Justiça de São Paulo marcou o julgamento do caso para o dia 28 de janeiro de 2013, quando 28 réus serão julgados sobre a ação policial que resultou em 111 mortes Luiz Novaes/Folhapress Mais
Coronel Ubiratan Guimarães concede entrevista em 2001. Ele chefiou a operação policial que em 1992 deixou 111 presos mortos durante ação para suprimir uma rebelião na Casa de Detenção de São Paulo, no Carandiru. Ele morreu em 2006, vítima de assassinato. A principal suspeita é a advogada Carla Cepollina, que mantinha relacionamento o coronel. Cepollina aguarda julgamento Juca Varella/Folhapress Mais
Em 2006, manifestantes protestaram em frente ao Tribunal de Justiça, em São Paulo, enquanto o coronel Ubiratan Guimarães prestava depoimento. Ubiratan foi o chefe da operação policial que em 1992 deixou 111 presos mortos no massacre do Carandiru. Ele morreu em 2006, vítima de assassinato. A principal suspeita é a advogada Carla Cepollina, que mantinha relacionamento com Ubiratan Fernando Donasci/Folhapress Mais
Em 2002, o artista plástico Siron Franco realizou uma montagem artística no pátio 2 do Carandiru com 111 portas de celas representando os detentos mortos em 1992 no massacre do Carandiru João Wainer/Folhapress Mais
Homem carrega cruz durante protesto em 2001 protagonizado por entidades de direitos humanos em frente ao Fórum da Barra Funda, onde o coronel Ubiratan Guimarães prestava depoimento. "O massacre do Carandiru é símbolo da convergência de duas políticas do Estado que ainda vigoram: a política de extermínio e de encarceramento em massa da população mais pobre e periférica", diz Rodolfo Valente, da Pastoral Carcerária Juca Varella/Folhapress Mais
Detento mostra livro sobre direitos humanos, em 1992. No dia 2 de outubro do mesmo ano, uma briga de presos no pavilhão 9, da Casa de Detenção de São Paulo, gerou um tumulto que culminou na intervenção da Polícia Militar. O resultado foram 111 mortos, no episódio conhecido como massacre do Carandiru Luiz Novas/Folhapress Mais
O coronel Ubiratan Guimarães presta depoimento em 1992 no quartel da Polícia Militar, em São Paulo. Ubiratan assumiu a responsabilidade pela invasão do pavilhão 9, no dia 2 de outubro de 1992, que resultou na morte de 111 presos. Ele morreu em 2006, vítima de assassinato. A principal suspeita é a advogada Carla Cepollina, que mantinha relacionamento o coronel. Cepollina aguarda julgamento Luiz Carlos Murauskas/Folhapress Mais
Parentes de vítimas e membros de entidades de direitos humanos pedem a condenação do coronel Ubiratan Guimarães em frente ao fórum onde ele era julgado, em 2001. "O massacre do Carandiru é símbolo da convergência de duas políticas do Estado que ainda vigoram: a política de extermínio e de encarceramento em massa da população mais pobre e periférica", diz Rodolfo Valente, da Pastoral Carcerária Matuiti Mayezo/Folhapress Mais
O coronel Ubiratan Guimarães deixa o Fórum Criminal da Barra Funda (SP), em 2001, após ser condenado a 632 anos de prisão pela participação no massacre do Carandiru. Ubiratan morreu em 2006, vítima de assassinato. A principal suspeita é a advogada Carla Cepollina, que mantinha relacionamento o coronel. Cepollina aguarda julgamento Marcos Ribolli /Folhapress Mais
Em 2006, a advogada Carla Cepollina (à esq.), namorada do coronel da reserva da PM Ubiratan Guimarães, deixa a sede do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), em São Paulo, após conversar informalmente com policiais. Cepollina é a principal suspeita do assassinato de Ubiratan, morto em 2006. Ela aguarda julgamento Diego Padgurschi/Folhapress Mais
Sidney Sales, um dos sobreviventes do massacre do Carandiru, participou no último dia 28 de evento em São Paulo que lembrou os 20 anos do episódio que deixou 111 presos mortos. "O massacre do Carandiru é símbolo da convergência de duas políticas do Estado que ainda vigoram: a política de extermínio e de encarceramento em massa da população mais pobre e periférica", diz Rodolfo Valente, da Pastoral Carcerária Marcelo Camargo/Agência Brasil Mais
Entrevista coletiva em São Paulo reuniu no último dia 28 membros da Pastoral Carcerária e umsobrevivente do massacre ocorrido no complexo do Carandiru em 1992. "O massacre do Carandiru é símbolo da convergência de duas políticas do Estado que ainda vigoram: a política de extermínio e de encarceramento em massa da população mais pobre e periférica", diz Rodolfo Valente, da Pastoral Carcerária Marcelo Camargo/Agência Brasil Mais
Padre Valdir Silveira fala durante entrevista coletiva em São Paulo no último dia 28 que reuniu membros da Pastoral Carcerária e um sobrevivente. "O massacre do Carandiru é símbolo da convergência de duas políticas do Estado que ainda vigoram: a política de extermínio e de encarceramento em massa da população mais pobre e periférica", diz Rodolfo Valente, da Pastoral Carcerária Marcelo Camargo/Agência Brasil Mais
2.out.2012 - Integrantes da Pastoral Carcerária, de movimentos sociais e de associações de defesa dos direitos humanos realizaram ato ecumênico na catedral da Sé, centro de São Paulo, nesta terça-feira (2), em memória aos 20 anos do massacre do Carandiru, quando 111 detentos do pavilhão 9 foram mortos Anderson Barbosa/Fotoarena/AE Mais
2.out.2012 - Movimentos sociais e Pastoral Carcerária realizam ato na praça da Sé, no centro de São Paulo, para relembrar o massacre do Carandiru, que completa 20 anos Marcelo Camargo/ABr Mais
2.out.2012 - Movimentos sociais e Pastoral Carcerária realizam ato na praça da Sé, no centro de São Paulo, para relembrar o massacre do Carandiru, que completa 20 anos Marcelo Camargo/ABr Mais
2.out.2012 - David Oreste, sobrevivente do massacre do Carandiru, participa de ato realizado por movimentos sociais e Pastoral Carcerária, na praça da Sé, no centro da capital paulista, para relembrar o dia em que o assassinato de 111 presos completa 20 anos Marcelo Camargo/ABr Mais
2.out.2012 - Movimentos sociais e Pastoral Carcerária realizam ato na praça da Sé, no centro de São Paulo, para relembrar o massacre do Carandiru, que completa 20 anos Marcelo Camargo/ABr Mais
2.out.2012 - Movimentos sociais e Pastoral Carcerária realizam ato na praça da Sé, no centro de São Paulo, para relembrar o massacre do Carandiru, que completa 20 anos Marcelo Camargo/ABr Mais
Hospedagem: UOL Host